{"id":10946,"date":"2022-07-28T10:00:00","date_gmt":"2022-07-28T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.agenciainfra.com\/blog\/?p=10946"},"modified":"2022-07-27T12:06:32","modified_gmt":"2022-07-27T15:06:32","slug":"nossa-cartografia-militar-nao-deve-nada-a-nenhum-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/nossa-cartografia-militar-nao-deve-nada-a-nenhum-pais\/","title":{"rendered":"\u201cNossa cartografia militar n\u00e3o deve nada a nenhum pa\u00eds\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Geocracia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>General Marcis Mendon\u00e7a Jr., diretor da DSG, diz que presen\u00e7a do Brasil em grupo de mapeamento global permite essa percep\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Nesta segunda parta da entrevista com o\u00a0general de brigada Marcis Gualberto Mendon\u00e7a J\u00fanior (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/geocracia.com\/legislacao-definir-padrao-para-interoperabilidade\/\" target=\"_blank\"><strong>veja aqui a primeira parte<\/strong><\/a>), o chefe da\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.dsg.eb.mil.br\/\" target=\"_blank\"><strong>DSG (Diretoria de Servi\u00e7o Geogr\u00e1fico)<\/strong><\/a>\u00a0do Ex\u00e9rcito diz que, em termos de cartografia militar, pode afirmar com tranquilidade que &#8220;n\u00e3o devemos nada a nenhum outro pa\u00eds, tanto em n\u00edvel tecnol\u00f3gico quanto de implementa\u00e7\u00e3o do conhecimento na produ\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Doutor em Ci\u00eancias Geod\u00e9sicas pela UFPR (Universidade Federal do Paran\u00e1) e mestre em Engenharia Cartogr\u00e1fica pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), Mendon\u00e7a Jr. afirma que essas observa\u00e7\u00e3o foi feita a partir de 2016, quando, por ocasi\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos do Rio de Janeiro,\u00a0o Brasil foi convidado pelos Estados Unidos para integrar um programa de produ\u00e7\u00e3o de dados geoespaciais que, mais tarde, permitiu integrar um programa mais amplo de mapeamento do qual j\u00e1 participavam outros 31 pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base na percep\u00e7\u00e3o do que \u00e9 feito nos demais pa\u00edses, ele afirma que o Brasil, hoje, tem uma qualidade, em termos de produ\u00e7\u00e3o, e uma quantidade, em termos de disponibiliza\u00e7\u00e3o, compat\u00edvel com o que existe no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhe a entrevista a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que mais afeta as atividades do uso da geoinforma\u00e7\u00e3o como insumo pelo usu\u00e1rio final? A sua desatualiza\u00e7\u00e3o, a sua indisponibilidade ou essa quest\u00e3o de n\u00e3o se ter a interoperabilidade desses dados entre o que \u00e9 privado e o que \u00e9 p\u00fablico ou mesmo entre as diferentes esferas do Estado?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vou come\u00e7ar pela interoperabilidade. A quest\u00e3o dos formatos de dados complexos \u00e9 impeditiva e n\u00e3o restritiva. O usu\u00e1rio n\u00e3o costuma ter essa no\u00e7\u00e3o porque, quando voc\u00ea utiliza, por exemplo, um editor de texto e insere em um arquivo somente informa\u00e7\u00f5es textuais, voc\u00ea consegue abri-lo em programas diferentes, mesmo que os formatos padr\u00f5es dos programas utilizados sejam diferentes. Mas, quando voc\u00ea coloca f\u00f3rmulas, tabelas ou figuras nesse arquivo, dificuldades adicionais surgem, pois a interpreta\u00e7\u00e3o dos c\u00f3digos pode n\u00e3o ser bem feita. No caso de dados geoespaciais, \u00e9 isso que entendo por interoperabilidade, ou seja, a capacidade de utilizar os mesmos arquivos em diferentes estruturas, seja pela utiliza\u00e7\u00e3o direta em programas interoper\u00e1veis, seja pela utiliza\u00e7\u00e3o de conversores confi\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando se trabalha com dado geoespacial, voc\u00ea pega uma representa\u00e7\u00e3o de um elemento presente na superf\u00edcie terrestre, utiliza as primitivas geom\u00e9tricas (o ponto, a linha e a \u00e1rea) e faz uma combina\u00e7\u00e3o disso tudo. E atrela a isso um banco de dados com informa\u00e7\u00f5es qualitativas desse elemento. Isso o torna um formato complexo, pois h\u00e1 elementos geom\u00e9tricos atrelados a elementos textuais podendo, dentro de cada um desses, ter complexidades espec\u00edficas. Se voc\u00ea n\u00e3o adotar um formato padr\u00e3o interoper\u00e1vel, vai ter um dado que, dependendo da sua base computacional, n\u00e3o vai conseguir utilizar.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma solu\u00e7\u00e3o para esse problema pode ser a imposi\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de normas j\u00e1 estabelecidas por organismos estatais quando o financiamento dos projetos tem origem p\u00fablica. O Sistema Cartogr\u00e1fico Nacional j\u00e1 possui um conjunto de normas t\u00e9cnicas j\u00e1 estabelecidas para as cartografias terrestre, n\u00e1utica e aeron\u00e1utica. Isso facilita a contrata\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os por parte de entes federativos, pois define os par\u00e2metros da pr\u00f3pria contrata\u00e7\u00e3o de uma maneira uniforme. Al\u00e9m disso, diminui os custos para as empresas, pois a modelagem dos dados j\u00e1 est\u00e1 pronta: a Inde (Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais).<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 desatualiza\u00e7\u00e3o, a cartografia como a\u00e7\u00e3o (o mapeamento) reflete a disposi\u00e7\u00e3o territorial do espa\u00e7o geogr\u00e1fico em um determinado instante. Ou seja, o mapa, a carta topogr\u00e1fica e a planta refletem a disposi\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o territorial em um momento espec\u00edfico. Al\u00e9m disso, temos que a densidade dessa representa\u00e7\u00e3o \u00e9 definida pela escala de mapeamento. Para cada escala existem regras espec\u00edficas que definem o que ser\u00e1 representado e como ser\u00e1 essa representa\u00e7\u00e3o espacial (em escala ou por s\u00edmbolos, por exemplo).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, temos dois caracteres. O primeiro \u00e9 o hist\u00f3rico. Aquela representa\u00e7\u00e3o do passado \u00e9 importante para a preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e tem uma s\u00e9rie de outras aplica\u00e7\u00f5es, como, por exemplo, nas \u00e1reas governamental, ambiental e jur\u00eddica. A outra tem a ver com a utiliza\u00e7\u00e3o do dado espacial nas a\u00e7\u00f5es presentes. Nesse momento, essa desatualiza\u00e7\u00e3o passa a afetar muito mais o usu\u00e1rio. Uma base cartogr\u00e1fica desatualizada, na qual os elementos existentes no terreno n\u00e3o est\u00e3o representados, atrapalha o usu\u00e1rio, mas n\u00e3o impede o uso dos dados em si. Uma atualiza\u00e7\u00e3o pontual pode resolver o problema.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a quest\u00e3o da indisponibilidade \u00e9 muito mais complexa. Se uma base cartogr\u00e1fica n\u00e3o existe, o usu\u00e1rio n\u00e3o consegue utilizar aquele dado pela simples raz\u00e3o de sua inexist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se dizer que a desatualiza\u00e7\u00e3o para um uso pontual, naquele momento, \u00e9 restritiva. J\u00e1 a indisponibilidade \u00e9 impeditiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 poss\u00edvel apontar o est\u00e1gio de nossa cartografia militar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 de outros pa\u00edses?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 uma pergunta interessante. Em 2016, por ocasi\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos, o Brasil foi convidado pelos Estados Unidos para integrar um programa de produ\u00e7\u00e3o de dados geoespaciais. Naquele momento, n\u00f3s soubemos que, na Am\u00e9rica do Sul, somente as tr\u00eas Guianas e o Brasil n\u00e3o participavam desse programa. Tivemos acesso a um banco de imagens e come\u00e7amos a utiliz\u00e1-lo para fazer a atualiza\u00e7\u00e3o de alguns produtos, cuja qualidade fez com que, posteriormente, o Brasil fosse convidado a integrar um programa mais amplo de mapeamento, a n\u00edvel mundial, no qual participam outros 31 pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cartografia militar, foi interessante a nossa participa\u00e7\u00e3o nas atividades do programa, porque n\u00e3o t\u00ednhamos uma integra\u00e7\u00e3o efetiva com outros pa\u00edses no tocante \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica. \u00c9 muito comum, dentro de alian\u00e7as militares (Otan, Pacto de Vars\u00f3via etc.) se ter a produ\u00e7\u00e3o conjunta de geoinforma\u00e7\u00e3o. Sabemos disso porque \u00e9 poss\u00edvel encontrar na\u00a0<em>internet<\/em>\u00a0lojas que vendem antigas cartas do territ\u00f3rio brasileiro produzidas por americanos e sovi\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7amos a ter uma ideia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade produtiva desses pa\u00edses. Os nossos engenheiros participam de v\u00e1rias reuni\u00f5es e n\u00e3o nos surpreendemos em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 feito.&nbsp;<em>Softwares<\/em>&nbsp;que s\u00e3o utilizados l\u00e1 fora s\u00e3o os mesmos que utilizamos aqui e, hoje, existe uma pequena diferen\u00e7a, porque o Ex\u00e9rcito Brasileiro adotou a linha da produ\u00e7\u00e3o por&nbsp;<em>software<\/em>&nbsp;livre e estamos desenvolvendo aplicativos espec\u00edficos para nossas necessidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, disponibilizamos para toda a sociedade brasileira as nossas especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para os produtos do conjunto de dados geoespaciais; e a aquisi\u00e7\u00e3o, a estrutura\u00e7\u00e3o, a representa\u00e7\u00e3o e o controle da qualidade dos dados geoespaciais. Isso nos permite dizer com tranquilidade que n\u00e3o devemos nada a nenhum outro pa\u00eds, tanto em n\u00edvel tecnol\u00f3gico quanto de implementa\u00e7\u00e3o do conhecimento na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente que, para cada pa\u00eds, existem especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas pr\u00f3prias, baseadas na necessidade de disponibiliza\u00e7\u00e3o de geoinforma\u00e7\u00e3o de cada pa\u00eds. Se voc\u00ea tem um territ\u00f3rio relativamente pequeno com uma densidade urbana muito grande, a quantidade de informa\u00e7\u00e3o em todas as escalas tende a ser maior. Por outro lado,&nbsp;voc\u00ea tem um pa\u00eds com densidades urbanas menores, mais \u00e1reas verdes, tende a ter menos elementos. As nossas normas s\u00e3o adaptadas a hist\u00f3ria da nossa cartografia e permitem que tenhamos uma qualidade, em termos de produ\u00e7\u00e3o, e uma quantidade, em termos de disponibiliza\u00e7\u00e3o, compat\u00edvel com o que existe no mundo nos dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Col\u00f4mbia, pelo Igac, anunciou que mapear\u00e1 sua Amaz\u00f4nia em 1:25.000 at\u00e9 2025. Considerando que o Ex\u00e9rcito \u00e9 a principal inst\u00e2ncia de mapeamento da Amaz\u00f4nia brasileira, \u00e9 poss\u00edvel aferir no Brasil um horizonte para o mapeamento da regi\u00e3o amaz\u00f4nica?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mapeamento da Amaz\u00f4nia brasileira \u00e9 uma importante quest\u00e3o de Estado, pois suas riquezas est\u00e3o sempre em evid\u00eancia.&nbsp;O projeto Radiografia da Amaz\u00f4nia procurou suprir uma lacuna existente, mas que n\u00e3o foi finalizado por motivos or\u00e7ament\u00e1rios. No entanto, n\u00e3o abrangeu a regi\u00e3o como um todo, se atendo ao vazio cartogr\u00e1fico.<\/p>\n\n\n\n<p>A qualidade posicional do imageamento nos possibilitou construir cartas topogr\u00e1ficas na escala 1\/50.000, que, no entendimento da DSG, era a adequada para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A Col\u00f4mbia tem um pouco mais de 1,1 milh\u00e3o de km<sup>2&nbsp;<\/sup>, sendo 500 mil km<sup>2<\/sup>&nbsp;na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Se eles forem efetivamente mape\u00e1-la na escala 1:25.000, eu considero uma atividade importante. Voc\u00ea vai come\u00e7ar a ter algo que n\u00e3o havia 30 anos atr\u00e1s, que era a disponibiliza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o em n\u00edvel de solo, dessa importante regi\u00e3o de nosso continente.<\/p>\n\n\n\n<p>As cartas produzidas por n\u00f3s, nos projetos que mapearam nossa Amaz\u00f4nia nos anos 1960 a 1970, pela limita\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica existente \u00e0 \u00e9poca, n\u00e3o representaram o solo amaz\u00f4nico, mas sim sua cobertura vegetal. As curvas de forma, como s\u00e3o chamadas a representa\u00e7\u00e3o dessa cobertura, n\u00e3o tinham correla\u00e7\u00e3o com a topografia do terreno. O uso do Radar imageador, nas bandas X e P, permitiu produzir esse tipo de geoinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sei qual tecnologia os colombianos pretendem usar, mas seria importante empregar a mesma que empregamos no Radiografia da Amaz\u00f4nia. Seria algo bem interessante e importante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As opini\u00f5es dos autores n\u00e3o refletem necessariamente o pensamento da Ag\u00eancia iNFRA, sendo de total responsabilidade do autor as informa\u00e7\u00f5es, ju\u00edzos de valor e conceitos descritos no texto.<\/strong>    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geocracia General Marcis Mendon\u00e7a Jr., diretor da DSG, diz que presen\u00e7a do Brasil em grupo de mapeamento global permite essa percep\u00e7\u00e3o. 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