{"id":11098,"date":"2022-08-18T09:00:00","date_gmt":"2022-08-18T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.agenciainfra.com\/blog\/?p=11098"},"modified":"2022-08-17T11:26:28","modified_gmt":"2022-08-17T14:26:28","slug":"economia-azul-vale-r-174-trilhao-ou-19-do-pib","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/economia-azul-vale-r-174-trilhao-ou-19-do-pib\/","title":{"rendered":"&#8220;Economia azul&#8221; vale R$ 1,74 trilh\u00e3o ou 19% do PIB"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Geocracia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ocean\u00f3grafo, mestre e doutor em Geof\u00edsica pela Columbia University e professor associado da Faculdade de Oceanografia da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Marcelo Sperle n\u00e3o gosta do termo &#8220;PIB do mar&#8221;. Para este pesquisador especialista em geologia e geof\u00edsica marinha, geomorfologia costeira e minera\u00e7\u00e3o submarina, a express\u00e3o fica limitada \u00e0 quest\u00e3o financeira. \u201c&#8217;Economia azul&#8217; \u00e9 um conceito muito mais amplo\u201d, diz Sperle em entrevista exclusiva ao Geocracia.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, ele reconhece que esse aspecto \u00e9 a for\u00e7a motriz que permite uma economia do mar sustent\u00e1vel. E lembra que, segundo a DGN (Diretoria-Geral de Navega\u00e7\u00e3o) da Marinha do Brasil, a contribui\u00e7\u00e3o do oceano para a economia nacional corresponde a cerca de 19% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional: \u201cOu seja, em 2022, o PIB do mar tem um valor agregado de R$ 1,74 trilh\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, para que todo esse potencial se concretize, Sperle, que \u00e9 vice-coordenador do Programa de Geologia e Geof\u00edsica Marinha e vice-presidente da Aoceano-RJ (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Oceanografia), diz que o pa\u00eds precisa apostar em \u201clegisla\u00e7\u00e3o ambiental e jur\u00eddica espec\u00edficas para a regula\u00e7\u00e3o das in\u00fameras atividades associadas \u00e0 economia azul\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhe a seguir a entrevista na \u00edntegra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A<\/strong>\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.marinha.mil.br\/secirm\/sites\/www.marinha.mil.br.secirm\/files\/documentos\/atas\/portaria-128-2022.pdf\" target=\"_blank\"><strong>Portaria 128<\/strong><\/a><strong>, da Marinha do Brasil, cria o Grupo T\u00e9cnico PIB do Mar, no \u00e2mbito da Subcomiss\u00e3o para o Plano Setorial para os Recursos do Mar. O grupo tem como finalidade estudar meios de definir e mensurar a gera\u00e7\u00e3o de riquezas na plataforma mar\u00edtima brasileira. \u00c9 poss\u00edvel tra\u00e7armos um perfil sobre qual \u00e9 o est\u00e1gio atual de nossa gest\u00e3o do mar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sim.\u00a0A rigor, a &#8220;economia do mar&#8221; ou &#8220;economia azul&#8221; (\u201cblue economy\u201d) \u00e9 apenas um novo conceito para tratar dos m\u00faltiplos usos dos recursos do mar (vivos e n\u00e3o vivos) que o ser humano j\u00e1 utiliza h\u00e1 mil\u00eanios.\u00a0 As antigas civiliza\u00e7\u00f5es \u2013 eg\u00edpcios, fen\u00edcios, chineses, gregos, persas, vikings, entre outras \u2013 sempre utilizaram o mar como meio de transporte para o com\u00e9rcio, conquistas de novos territ\u00f3rios, pesca e lazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu prefiro utilizar o termo economia azul ao inv\u00e9s de economia do mar ou &#8220;PIB do mar&#8221;, pois estes trazem uma conota\u00e7\u00e3o eminentemente financeira.\u00a0E a economia azul \u00e9 um conceito muito mais amplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Economia azul tem a ver com utilizar, mas, principalmente, proteger os oceanos, o que me parece bastante \u00f3bvio, pois eles ocupam mais de 70% de nosso planeta. E a vida na Terra surgiu e depende integralmente da sa\u00fade dos oceanos.<\/p>\n\n\n\n<p>A nova economia azul adiciona sustentabilidade e conserva\u00e7\u00e3o \u00e0 velha economia do mar. A economia azul junta o mar e os seus atuais e futuros usos \u00e0s necessidades de cada regi\u00e3o, das ind\u00fastrias e das pessoas, alinhando interesses, conciliando expectativas e contribuindo para o desenvolvimento sustent\u00e1vel das comunidades e da sociedade em geral.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 neste aspecto, o social, que o Brasil ainda est\u00e1 em um est\u00e1gio embrion\u00e1rio na gest\u00e3o sustent\u00e1vel dos m\u00faltiplos usos do mar. O litoral brasileiro \u00e9 um dos mais extensos do mundo, com cerca de 8 mil quil\u00f4metros cont\u00ednuos. Aproximadamente 60% da popula\u00e7\u00e3o se concentra e depende diretamente das regi\u00f5es costeiras. \u00c9 um litoral extremamente diverso e desigual, tanto em termos ambientais, como humanos \u2013 o que em temos de gest\u00e3o \u00e9 desafiador.<\/p>\n\n\n\n<p>Para exemplificar esse enorme desafio basta verificar que, desde a institui\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, em 1988 \u2013 h\u00e1 34 anos, portanto \u2013, apenas tr\u00eas estados brasileiros estabeleceram, ainda que parcialmente, seus planos de gerenciamento costeiro, o que \u00e9 lament\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que viria a ser a economia azul ou economia do mar para o Brasil?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conceito de economia azul foi consolidado na Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, realizada no Rio de Janeiro em 2012. \u00a0A economia azul possui diferentes defini\u00e7\u00f5es, mas todas s\u00e3o estruturadas a partir de entendimentos entre os pa\u00edses, organiza\u00e7\u00f5es ou at\u00e9 mesmo entre setores espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o&nbsp;<em>Center for the Blue Economy<\/em>, institui\u00e7\u00e3o norte-americana vinculada ao Instituto de&nbsp;<em>Middlebury<\/em>, a economia azul engloba tr\u00eas fundamentos que se relacionam, mas s\u00e3o distintos: i) a contribui\u00e7\u00e3o geral dos oceanos para as economias globais, ii) a necessidade de uma economia do mar baseada na sustentabilidade ecol\u00f3gica e ambiental dos oceanos, e iii) a economia oce\u00e2nica como geradora de oportunidades de crescimento, tanto para os pa\u00edses desenvolvidos, quanto para os pa\u00edses em desenvolvimento e subdesenvolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em 2014, a ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) apresentou uma defini\u00e7\u00e3o mais ampla de economia azul: \u201cuma economia oce\u00e2nica que visa a melhoria do bem-estar humano e equidade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecol\u00f3gica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto em 2017, o Banco Mundial, definiu economia azul como \u201co uso sustent\u00e1vel dos recursos oce\u00e2nicos para o crescimento econ\u00f4mico e para a melhoria dos meios de subsist\u00eancia e empregos; mas, ao mesmo tempo, preservando a sa\u00fade do ecossistema oce\u00e2nico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A economia azul inclui uma gama ampla de atividades tradicionais como pesca, aquicultura e ind\u00fastrias de processamento do pescado e de algas; a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s offshore; o transporte mar\u00edtimo de carga e de passageiros; as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias e sua log\u00edstica; as infraestruturas e obras mar\u00edtimas; a constru\u00e7\u00e3o naval e manuten\u00e7\u00e3o de navios e plataformas; a fabrica\u00e7\u00e3o de estruturas mar\u00edtimas; o turismo de cruzeiros e o turismo costeiro, as atividades n\u00e1uticas de lazer, o desporto e a cultura; e o ensino das ci\u00eancias do mar, forma\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>Inclui tamb\u00e9m as atividades emergentes como as energias renov\u00e1veis do oceano (e\u00f3lica, solar, ondas e mar\u00e9s), a biotecnologia marinha (biocombust\u00edveis, recursos gen\u00e9ticos, farmac\u00eauticos), a minera\u00e7\u00e3o marinha em \u00e1guas rasas e profundas, a defesa e vigil\u00e2ncias das \u00e1reas mar\u00edtimas, a seguran\u00e7a de pessoas e de bens, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale destacar ainda as atividades correlatas que viabilizam todas as citadas anteriormente, mas permitem tamb\u00e9m o sustento de diversas fam\u00edlias, como o setor de alimentos, limpeza, reciclagem, extrativismo animal e vegetal e conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E o PIB do mar, como ele tem evolu\u00eddo e qual a expectativa da inser\u00e7\u00e3o das e\u00f3licas offshores?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O PIB do mar \u00e9 apenas a parte financeira da economia azul, mas, obviamente, \u00e9 a for\u00e7a motriz que permite uma economia do mar sustent\u00e1vel, resultante do equil\u00edbrio entre a atividade econ\u00f4mica e a capacidade de longo prazo dos ecossistemas oce\u00e2nicos para suportar essa atividade, permanecendo resilientes e saud\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio da OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico) publicado em 2016, os oceanos representam a 7<sup>a<\/sup>\u00a0maior economia do mundo, sendo estimado que o valor agregado pela \u201cind\u00fastria oce\u00e2nica global\u201d pode chegar a US$ 3 trilh\u00f5es, em 2030.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil, em particular, possui jurisdi\u00e7\u00e3o sobre uma \u00e1rea oce\u00e2nica com cerca de 5,7 milh\u00f5es de km<sup>2<\/sup>, conhecida como &#8220;Amaz\u00f4nia azul&#8221;, que \u00e9 essencial para a economia do pa\u00eds. Esse enorme espa\u00e7o oce\u00e2nico possui uma grande diversidade de recursos naturais, bem como riquezas minerais e energ\u00e9ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a DGN da Marinha do Brasil, a contribui\u00e7\u00e3o do oceano para a economia do Brasil, ou seja, o PIB do mar corresponde a cerca de 19% do PIB nacional, sendo 2,6% oriundos de atividades diretamente relacionadas com o mar e 16,4% de atividades indiretamente relacionadas.\u00a0Ou seja, em 2022, o PIB do mar tem um valor agregado de R$ 1,74 trilh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Parte deste montante e do potencial para o seu crescimento, \u00e9 oriundo do setor de \u201cenergias renov\u00e1veis\u00a0<em>offshore<\/em>\u201d. O potencial dos recursos energ\u00e9ticos advindos do mar tem atra\u00eddo crescente interesse das comunidades cient\u00edficas e dos governos em todo o globo. O aproveitamento do mar para a gera\u00e7\u00e3o de energia limpa mostra-se promissor, especialmente por sua natureza renov\u00e1vel. Destacam-se tecnologias que permitem o uso das mar\u00e9s (energia maremotriz), das ondas, de correntes marinhas, de gradientes t\u00e9rmicos e de gradientes de salinidade. Al\u00e9m destes, existem tamb\u00e9m consider\u00e1veis perspectivas para o aproveitamento da energia e\u00f3lica\u00a0<em>offshore<\/em>\u00a0\u2013 ou seja, por meio de turbinas localizadas em alto-mar.<\/p>\n\n\n\n<p>De maneira geral, a energia e\u00f3lica&nbsp;<em>offshore<\/em>&nbsp;no Brasil apresenta um \u00f3timo potencial, em especial na regi\u00e3o Nordeste, considerando-se caracter\u00edsticas meteoceanogr\u00e1ficas, como i) ventos al\u00edsios constantes, durante todo o ano e ii) uma plataforma continental pouco profunda, o que facilita a instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos aerogeradores. Nesse contexto, deve-se registrar que, at\u00e9 maio de 2021, j\u00e1 existiam 20 processos de licenciamento ambiental no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), solicitando a instala\u00e7\u00e3o de complexos e\u00f3licos&nbsp;<em>offshore<\/em>&nbsp;no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Historicamente e comparado ao que o agroneg\u00f3cio faz pela economia do pa\u00eds, o Brasil vive de costas para o mar. Como reverter ou corrigir esta tend\u00eancia?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil \u00e9 um pa\u00eds continental, com uma \u00e1rea emersa de 8,5 milh\u00f5es de km\u00b2. \u00c9 riqu\u00edssimo em recursos naturais, minerais, energ\u00e9ticos e de biodiversidade. Todo esse \u201cgigantismo\u201d no continente causa uma esp\u00e9cie de \u201csombra\u201d sobre as \u00e1reas oce\u00e2nicas adjacentes. E por isto se diz que \u201co Brasil vive de costas para o mar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para reverter ou corrigir esta tend\u00eancia, precisamos dispor de pol\u00edticas p\u00fablicas e privadas que invistam significativamente em pesquisas oceanogr\u00e1ficas, forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos nas ci\u00eancias do mar e incentivos ao desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Tudo isso depende, fundamentalmente, de investimentos pesados em Educa\u00e7\u00e3o, o que, infelizmente, o Brasil nunca fez ao longo de toda a sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil falar, por exemplo, em \u201cmentalidade mar\u00edtima\u201d, quando temos um pa\u00eds com aproximadamente 20 milh\u00f5es de analfabetos e semianalfabetos, 10 milh\u00f5es de desempregados e 23 milh\u00f5es de miser\u00e1veis; que passam fome e sobrevivem com menos de R$ 7 ao dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Consequentemente, a maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira, inclusive os gestores p\u00fablicos e empres\u00e1rios, s\u00f3 \u201cenxergam\u201d, de forma m\u00edope, o potencial tur\u00edstico e de lazer associados \u00e0 economia azul. Enquanto n\u00e3o atuarmos fortemente na educa\u00e7\u00e3o e mudarmos esses paradigmas, dificilmente criaremos uma mentalidade mar\u00edtima para o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em que pese a maior parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira estar a menos de 100 km do mar, que tipo de legisla\u00e7\u00e3o ambiental e jur\u00eddica poderia contribuir para refor\u00e7ar o papel do mar no dia a dia do brasileiro?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 mais um ponto nevr\u00e1lgico que o Brasil precisa investir muito, pois, a rigor, n\u00e3o temos uma legisla\u00e7\u00e3o ambiental e jur\u00eddica espec\u00edficas para a regula\u00e7\u00e3o das in\u00fameras atividades associadas \u00e0 Economia Azul.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos algumas leis, portarias, decretos, normatiza\u00e7\u00f5es e regulamenta\u00e7\u00f5es, em geral, adaptadas do meio ambiente terrestre para o marinho. Mas a maioria carece de adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para dar a seguran\u00e7a jur\u00eddica necess\u00e1ria aos usu\u00e1rios e investidores que pretendem atuar nas regi\u00f5es oce\u00e2nicas. Al\u00e9m disso, existe uma sobreposi\u00e7\u00e3o de leis federais, estaduais e municipais que muitas vezes s\u00e3o contradit\u00f3rias e confusas.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, estas \u00e1reas marinhas, imensas e distintas, s\u00e3o regidas por diferentes instrumentos de gest\u00e3o, em diferentes \u00f3rg\u00e3os governamentais, que n\u00e3o necessariamente conversam entre si, pois n\u00e3o existe um marco regulat\u00f3rio para o mar brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Em que pese as severas cr\u00edticas da comunidade e dos especialistas nas mais diversas \u00e1reas das ci\u00eancias do mar ao Projeto de Lei 6.969\/2013, que institui a \u201cLei do Mar\u201d, surge uma luz no horizonte com a institui\u00e7\u00e3o do PEM (Planejamento Espacial Marinho), por meio do\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2020\/decreto\/D10544.htm\" target=\"_blank\"><strong>Decreto Federal 10.544\/2020<\/strong><\/a>, que aprova o X Plano Setorial para os Recursos do Mar, da CIRM (Comiss\u00e3o Interministerial para os Recursos do Mar). A esta comiss\u00e3o cabe realizar \u201co planejamento, a coordena\u00e7\u00e3o e a condu\u00e7\u00e3o das atividades dos diferentes atores que possuem leg\u00edtimos interesses ligados ao mar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O principal objetivo do PEM \u00e9 estabelecer as bases institucional, normativa e regulat\u00f3ria para o apoio aos processos de tomadas de decis\u00e3o relacionadas ao uso do mar e ao seu ordenamento, tanto em \u00e2mbito p\u00fablico quanto privado. O PEM prev\u00ea quatro etapas: Sul, Sudeste, Nordeste e Norte. A Marinha do Brasil, por meio da SECIRM (Secretaria da Comiss\u00e3o Interministerial para os Recursos do Mar) est\u00e1 buscando chegar ao montante de R$ 30 milh\u00f5es para executar todo o PEM brasileiro. Recentemente, o BNDES acordou um valor inicial de R$ 5 milh\u00f5es, para o in\u00edcio do projeto na regi\u00e3o Sul do Brasil, o que \u00e9 insignificante diante da import\u00e2ncia da economia do mar para o dia a dia do brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As opini\u00f5es dos autores n\u00e3o refletem necessariamente o pensamento da Ag\u00eancia iNFRA, sendo de total responsabilidade do autor as informa\u00e7\u00f5es, ju\u00edzos de valor e conceitos descritos no texto.<\/strong>    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geocracia Ocean\u00f3grafo, mestre e doutor em Geof\u00edsica pela Columbia University e professor associado da Faculdade de Oceanografia da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Marcelo Sperle n\u00e3o gosta do termo &#8220;PIB do mar&#8221;. 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