{"id":19595,"date":"2024-12-16T15:30:00","date_gmt":"2024-12-16T18:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/?p=19595"},"modified":"2024-12-16T11:31:34","modified_gmt":"2024-12-16T14:31:34","slug":"opiniao-o-setor-de-transportes-e-o-impacto-na-transicao-energetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/opiniao-o-setor-de-transportes-e-o-impacto-na-transicao-energetica\/","title":{"rendered":"Opini\u00e3o \u2013 O setor de transportes e o impacto na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Ana Chagas* e Roberta Aronne**<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A depend\u00eancia do&nbsp;setor de transportes&nbsp;de combust\u00edveis f\u00f3sseis consolidou-se&nbsp;no Brasil&nbsp;em decorr\u00eancia do investimento hist\u00f3rico na constru\u00e7\u00e3o de estradas, em detrimento de modais mais eficientes, como ferrovias e hidrovias. Tal concentra\u00e7\u00e3o no modal rodovi\u00e1rio legou-nos uma s\u00e9rie de desafios de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e alguns caminhos de descarboniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O setor de transportes responde por cerca de 33% das emiss\u00f5es totais de GEEs (Gases de Efeito Estufa) do pa\u00eds. O transporte rodovi\u00e1rio contribui com 71% desse total, o que evidencia a necessidade urgente de fazermos uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica setorial.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o diesel \u00e9 a principal fonte de emiss\u00f5es, a sua substitui\u00e7\u00e3o por alternativas renov\u00e1veis torna-se essencial, considerando que a frota de caminh\u00f5es que usa esse combust\u00edvel representa cerca de 43% da demanda energ\u00e9tica do setor de transporte. Mesmo com o desenvolvimento tecnol\u00f3gico e os incentivos para o uso de combust\u00edveis mais limpos, a sua substitui\u00e7\u00e3o em larga escala enfrenta barreiras dif\u00edceis de serem superadas, seja pelo alto custo, seja pelas limita\u00e7\u00f5es log\u00edsticas e tecnol\u00f3gicas. Al\u00e9m disso, o fato de o Brasil depender do transporte rodovi\u00e1rio para o escoamento de sua produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e industrial retarda o processo de substitui\u00e7\u00e3o e sustenta a demanda energ\u00e9tica f\u00f3ssil.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de biodiesel de soja pode reduzir em at\u00e9 72% as emiss\u00f5es de GEEs, conforme indicam estudos. O paulatino aumento da mistura obrigat\u00f3ria de biodiesel ao \u00f3leo diesel nos \u00faltimos anos vem fazendo avan\u00e7ar a substitui\u00e7\u00e3o. Segundo a Resenha Energ\u00e9tica Brasileira 2024, com dados de 2023, houve um crescimento de 19,2% do consumo de biodiesel no setor de transporte. N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que, em abril de 2023, a porcentagem de mistura m\u00ednima do biocombust\u00edvel tenha aumentado para 12%. Atualmente, o mandato \u00e9 de 14%, sendo prevista a progress\u00e3o para 20% at\u00e9 2030, com a recente san\u00e7\u00e3o da Lei do Combust\u00edvel do Futuro (Lei n\u00ba 14.993\/24).<\/p>\n\n\n\n<p>A eletrifica\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos rodovi\u00e1rios \u00e9 frequentemente apontada como uma solu\u00e7\u00e3o para reduzir as emiss\u00f5es no setor. Entretanto, essa op\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 livre de obst\u00e1culos. Embora haja incentivos, como isen\u00e7\u00e3o de impostos em alguns lugares (a exemplo do Distrito Federal e Rio Grande do Sul), e a promo\u00e7\u00e3o de projetos-piloto em cidades maiores, a eletrifica\u00e7\u00e3o continua longe de se tornar realidade em grande parte do Brasil. O transporte de passageiros, especialmente em \u00e1reas urbanas, tem apresentado um ritmo de ado\u00e7\u00e3o mais acelerado, mas, no transporte de cargas, a introdu\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos el\u00e9tricos caminha lentamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque as op\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas vi\u00e1veis para ve\u00edculos pesados, como os caminh\u00f5es, s\u00e3o limitadas por diversos motivos: elevado custo de aquisi\u00e7\u00e3o; inexist\u00eancia de uma cadeia produtiva nacional de baterias e componentes; falta de infraestrutura de recarga em rodovias; e limita\u00e7\u00e3o ocasionada pela baixa efici\u00eancia das baterias em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho exigido por ve\u00edculos de maior peso. Esses entraves afetam menos os ve\u00edculos leves, que v\u00eam crescendo expressivamente no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso considerar ainda que, mesmo com a preponder\u00e2ncia da fonte hidrel\u00e9trica na matriz el\u00e9trica brasileira (61,9% de toda a gera\u00e7\u00e3o em 2022), o avan\u00e7o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e da escassez h\u00eddrica exige o acionamento mais frequente das usinas termel\u00e9tricas a \u00f3leo diesel, carv\u00e3o ou g\u00e1s natural. Assim, na ocorr\u00eancia de uma retra\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica, a eletromobilidade por si s\u00f3 n\u00e3o seria suficiente para enfrentar a quest\u00e3o da descarboniza\u00e7\u00e3o dos transportes, j\u00e1 que as baterias dos caminh\u00f5es seriam abastecidas por energia de fontes n\u00e3o renov\u00e1veis e poluentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa perspectiva, \u00e9 fundamental o fortalecimento de solu\u00e7\u00f5es de gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, como a fotovoltaica e e\u00f3lica, aliadas a sistemas de armazenamento, biomassa ou por hidrog\u00eanio de baixa emiss\u00e3o de carbono. Isso somente se viabilizar\u00e1 na medida em que existam regras claras, dos pontos de vista legal e regulat\u00f3rio, sobre a remunera\u00e7\u00e3o do investidor, aloca\u00e7\u00e3o adequada de riscos externos ao projeto e amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de transmiss\u00e3o da energia gerada em locais distantes dos centros de consumo. Um ambiente regulat\u00f3rio f\u00e9rtil para o desenvolvimento de novas pr\u00e1ticas e tecnologias no mercado de gera\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para estruturar o avan\u00e7o da eletromobilidade de modo proveitoso \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da eletrifica\u00e7\u00e3o, a descarboniza\u00e7\u00e3o dos transportes tem de se basear em duas vias convergentes: o potencial local de produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis e a diversifica\u00e7\u00e3o do modal de transportes. O Brasil tem aproveitado de forma bastante inovadora seus recursos naturais para desenvolver uma s\u00f3lida ind\u00fastria de biocombust\u00edveis. O etanol e o biodiesel s\u00e3o exemplos disso. Gra\u00e7as a pol\u00edticas p\u00fablicas, como o RenovaBio, a participa\u00e7\u00e3o dos biocombust\u00edveis na matriz energ\u00e9tica do transporte j\u00e1 \u00e9 relevante, representando cerca de 22% do total.<\/p>\n\n\n\n<p>O PDE (Plano Decenal de Expans\u00e3o de Energia) 2034 prev\u00ea a amplia\u00e7\u00e3o do papel dos biocombust\u00edveis. O etanol continuar\u00e1 sendo uma alternativa vi\u00e1vel para a frota de ve\u00edculos leves, j\u00e1 que 80% da frota nacional de carros \u00e9 constitu\u00edda por carros \u201cflex\u201d, que operaram com altos n\u00edveis de mistura de etanol.&nbsp;Por outro lado, a substitui\u00e7\u00e3o do diesel seguir\u00e1 desafiadora, especialmente no transporte de cargas, tendo em vista que o \u00f3leo combust\u00edvel \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 43% da demanda energ\u00e9tica do setor. Caminh\u00f5es movidos a diesel continuar\u00e3o a ser a principal escolha nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, solu\u00e7\u00f5es h\u00edbridas e o uso de GNL come\u00e7am a ganhar terreno. O biometano tem grande potencial para substitui\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural, e uma das raz\u00f5es \u00e9 a abund\u00e2ncia de sua mat\u00e9ria-prima: res\u00edduos org\u00e2nicos de atividades agropecu\u00e1rias podem ser utilizados para produzir o biog\u00e1s, que, purificado, resulta no biometano. O processamento dos res\u00edduos tamb\u00e9m \u00e9 eficaz na mitiga\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de GEEs, uma vez que parte de seu processo produtivo envolve a capta\u00e7\u00e3o de metano emitido na atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>Vers\u00e1til, o biometano pode ser comercializado como g\u00e1s comprimido ou na forma l\u00edquida, como o g\u00e1s liquefeito, e ao se fazer a an\u00e1lise do seu ciclo de vida, ele possui pegada de carbono negativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de derivado do petr\u00f3leo, o g\u00e1s natural possui pegada de carbono significativamente inferior \u00e0 do diesel e segue como uma alternativa relevante para o setor de ve\u00edculos pesados, especialmente se encarado como um combust\u00edvel de transi\u00e7\u00e3o. O PDE 2034 (p. 37) projeta que, at\u00e9 2034, o g\u00e1s natural comprimido ter\u00e1 a maior penetra\u00e7\u00e3o entre as motoriza\u00e7\u00f5es alternativas no licenciamento de novos caminh\u00f5es pesados, o que \u00e9 bastante otimista no cen\u00e1rio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e9 evidente que n\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do setor de transportes. A eletrifica\u00e7\u00e3o e a ado\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis devem ser articuladas a outras esferas de transforma\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, a dos modais de transporte \u2014 cuja diversifica\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para tornar a ind\u00fastria da mobilidade mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse aspecto, o transporte ferrovi\u00e1rio \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o promissora para reduzir o consumo energ\u00e9tico e as emiss\u00f5es de carbono. O Brasil tem investido na expans\u00e3o de sua malha ferrovi\u00e1ria, e h\u00e1 um crescente interesse em projetos que aumentem a participa\u00e7\u00e3o desse modal no transporte de cargas. No longo prazo, uma log\u00edstica mais diversificada, que inclua ferrovias e hidrovias, ser\u00e1 essencial para que o pa\u00eds torne o setor de transportes mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perspectivas futuras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda que enfrentemos desafios significativos no que diz respeito \u00e0 infraestrutura, o futuro descarbonizado do setor de transportes no Brasil depender\u00e1, em grande parte, do sucesso na implementa\u00e7\u00e3o da eletrifica\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, do aumento da participa\u00e7\u00e3o dos biocombust\u00edveis e dos investimentos em modais mais eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o acontecer\u00e1 da noite para o dia. Investir em infraestrutura adequada, como redes de recarga para ve\u00edculos el\u00e9tricos, um sistema log\u00edstico mais integrado e uma rede de distribui\u00e7\u00e3o que permita o aproveitamento pleno da produ\u00e7\u00e3o de biometano que o pa\u00eds tem capacidade de gerar, ser\u00e1 determinante para que o Brasil se tornar uma refer\u00eancia global em transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso, tamb\u00e9m, diversificar os modais de transporte. Modais como o ferrovi\u00e1rio e o aquavi\u00e1rio, que consomem menos energia, s\u00e3o uma excelente oportunidade para descarbonizar o setor de cargas, e t\u00eam potencial de complementar essa mudan\u00e7a de forma significativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que esse progresso seja efetivo, pol\u00edticas p\u00fablicas claras e inovadoras precisam andar lado a lado com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos ligados especialmente \u00e0 eletrifica\u00e7\u00e3o da frota. Incentivos fiscais, regulamenta\u00e7\u00e3o adequada e apoio financeiro s\u00e3o ingredientes fundamentais para criar um ambiente onde a inova\u00e7\u00e3o possa prosperar. Somente assim o Brasil conseguir\u00e1 consolidar um setor de transportes moderno, eficiente e sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>*Ana Chagas<\/strong> \u00e9 advogada e s\u00f3cia da consultoria Sim\u00f5es Pires na \u00e1rea de Ambiental, Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas e ESG.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>**Roberta Aronne<\/strong> \u00e9 advogada e s\u00f3cia da consultoria Sim\u00f5es Pires nas \u00e1reas de Energia, Constru\u00e7\u00e3o e Gest\u00e3o de Contratos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color wp-elements-fd3f544adf696c46a4d36363cd72c59e\">As opini\u00f5es dos autores n\u00e3o refletem necessariamente o pensamento da<strong> Ag\u00eancia iNFRA<\/strong>, sendo de total responsabilidade do autor as informa\u00e7\u00f5es, ju\u00edzos de valor e conceitos descritos no texto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Chagas* e Roberta Aronne** A depend\u00eancia do&nbsp;setor de transportes&nbsp;de combust\u00edveis f\u00f3sseis consolidou-se&nbsp;no Brasil&nbsp;em decorr\u00eancia do investimento hist\u00f3rico na constru\u00e7\u00e3o de estradas, em detrimento de modais mais eficientes, como ferrovias e hidrovias. 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