{"id":29337,"date":"2025-10-06T09:00:00","date_gmt":"2025-10-06T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/?p=29337"},"modified":"2025-10-06T21:13:41","modified_gmt":"2025-10-07T00:13:41","slug":"linhas-de-transmissao-podem-ficar-vulneraveis-a-eventos-climaticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/linhas-de-transmissao-podem-ficar-vulneraveis-a-eventos-climaticos\/","title":{"rendered":"Linhas de transmiss\u00e3o podem ficar vulner\u00e1veis a eventos clim\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Marisa Wanzeller, da Ag\u00eancia iNFRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O CEO da transmissora ISA Energia, Rui Chammas, avalia que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas ir\u00e3o trazer desafios in\u00e9ditos para o setor el\u00e9trico brasileiro. Em entrevista \u00e0&nbsp;<strong>Ag\u00eancia iNFRA<\/strong>, o executivo disse que, ao longo dos pr\u00f3ximos anos, os ativos de transmiss\u00e3o podem ficar vulner\u00e1veis em fun\u00e7\u00e3o dos eventos clim\u00e1ticos mais severos.<br><br>\u201cA gente imagina ventos mais fortes do que aqueles para os quais algumas linhas foram dimensionadas. O que a gente vai fazer com esta informa\u00e7\u00e3o?&#8221;, questiona o executivo. \u201cA primeira discuss\u00e3o que eu acho fundamental \u00e9 entender dois conceitos:&nbsp;<em>safe to fail<\/em>&nbsp;ou&nbsp;<em>fail to safe<\/em>. Ou seja, refor\u00e7a essa linha ou se prepara para reparos r\u00e1pidos, a exemplo do que ocorre no exterior&#8221;.&nbsp;<br><br>Chammas tamb\u00e9m analisa a mudan\u00e7a do perfil do consumidor de energia, que agora tamb\u00e9m \u00e9 gerador, com pain\u00e9is solares, e os desafios que o curtailment (cortes de gera\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3rios) imp\u00f5em ao setor.&nbsp;<br><br>Com uma carteira de R$ 13 bilh\u00f5es em investimentos j\u00e1 planejados para os pr\u00f3ximos cinco anos, a empresa tamb\u00e9m est\u00e1 atenta a novas oportunidades, como leil\u00f5es de baterias. Leia abaixo os principais pontos da entrevista.&nbsp;<br><br><strong>Ag\u00eancia iNFRA \u2013 Como voc\u00ea avalia hoje o segmento de transmiss\u00e3o no Brasil?<\/strong><br><strong>Rui Chammas \u2013&nbsp;<\/strong>A transmiss\u00e3o \u00e9 talvez o segmento com a regula\u00e7\u00e3o mais madura do setor el\u00e9trico. \u00c9 o neg\u00f3cio onde a ISA Energia nasceu e navega bem. Mas os \u00faltimos anos trouxeram desafios t\u00e9cnicos in\u00e9ditos com o avan\u00e7o da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, e a transmiss\u00e3o passou a ser fundamental nessa evolu\u00e7\u00e3o.<br><br>N\u00f3s sa\u00edmos de uma \u00e9poca em que a gera\u00e7\u00e3o do Brasil era extremamente est\u00e1vel e o consumidor era extremamente passivo e, nesse ambiente, a nossa transmiss\u00e3o tinha um papel passivo. De 2018 para c\u00e1, com o incentivo \u00e0s fontes renov\u00e1veis, em especial a e\u00f3lica no Nordeste, a solar no norte de Minas e a MMGD [Micro e Minigera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda] nos v\u00e1rios tetos das casas do Brasil, tudo mudou.&nbsp;<br><br><strong>Quais s\u00e3o os maiores desafios trazidos pela transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica?<\/strong><br>A gera\u00e7\u00e3o, que era est\u00e1vel, passou a ser intermitente. O consumidor, que era passivo, passou a ser gerador. E a demanda dele passou a ser uma demanda l\u00edquida, porque ele gera uma parte do que consome e a gente n\u00e3o enxerga o que ele gera. &nbsp;<br><br>A transmiss\u00e3o, que est\u00e1 no meio disso, passou a ter desafios como controle de frequ\u00eancia, controle de tens\u00e3o, um n\u00famero maior de manobras e a necessidade de constru\u00e7\u00e3o de novas linhas ligando Nordeste e Centro-Sul. Tamb\u00e9m traz a necessidade de novas tecnologias.<br><br><strong>Em quais solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas a empresa aposta para lidar com esses desafios?<\/strong><br>Estamos trazendo um sistema de eletr\u00f4nica de pot\u00eancia que redireciona o fluxo de el\u00e9trons para aliviar linhas sobrecarregadas. \u00c9 um investimento que vai entrar em opera\u00e7\u00e3o no fim de 2025, entre Ribeir\u00e3o Preto e Porto Ferreira, e vai poder reorientar el\u00e9trons para redes menos carregadas enquanto uma nova linha n\u00e3o \u00e9 constru\u00edda.&nbsp;<br><br>Tamb\u00e9m avaliamos o DLR [Classifica\u00e7\u00e3o Din\u00e2mica de Linha], um sistema que mede em tempo real a carga da linha, que muda com fatores externos, por exemplo, ventos e temperatura. N\u00f3s estamos buscando uma empresa que talvez nos ajude a pilotar essa solu\u00e7\u00e3o e temos levado essa ideia para alguns formadores de opini\u00e3o no Brasil. Al\u00e9m disso, j\u00e1 operamos uma bateria na rede de transmiss\u00e3o no litoral de S\u00e3o Paulo, inaugurada em 2022, que evita sobrecargas no ver\u00e3o.<br><br><strong>E nesse cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, o curtailment se tornou um dos principais temas do setor\u2026&nbsp;<\/strong><br>Eu vejo uma evolu\u00e7\u00e3o em camadas. No passado, o Brasil s\u00f3 fazia hidrel\u00e9trica. Depois a gente acreditou que a solu\u00e7\u00e3o para energia adicional seriam t\u00e9rmicas. Depois n\u00f3s acreditamos que as e\u00f3licas e a solar seriam fant\u00e1sticas para trazer energia adicional e preservar a \u00e1gua nos reservat\u00f3rios.&nbsp;<br><br>Uma vez que isso acontece, a gente percebe que tem alguns efeitos colaterais que v\u00e3o ter que ser controlados. Em momentos de excesso de oferta, o ONS [Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico] tem cortado energia. Agora a gente tem que buscar uma solu\u00e7\u00e3o.<br><br><strong>E qual pode ser a solu\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>Uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o \u00e9 acompanhar e at\u00e9 controlar a gera\u00e7\u00e3o que hoje o ONS n\u00e3o enxerga [ligada \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o]. Tamb\u00e9m s\u00e3o apontados meios como o armazenamento e o incentivo de consumo quando h\u00e1 energia excedente, como tarifa hor\u00e1ria.<br><br>Outra ideia que surge, essa com menos intensidade, \u00e9 exporta\u00e7\u00e3o de energia solar, no pico da gera\u00e7\u00e3o, para pa\u00edses em outro fuso hor\u00e1rio. Eu acho que esse \u00e9 o tipo de solu\u00e7\u00e3o que pode servir ao nosso continente. Quando a gente tem excesso de energia na hora do almo\u00e7o, por exemplo, n\u00e3o \u00e9 a hora do almo\u00e7o na Col\u00f4mbia ou no Chile.&nbsp;<br><br>Agora, tem outros temas que v\u00eam associados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica que \u00e9 ter um mix de gera\u00e7\u00e3o extremamente dependente de fatores clim\u00e1ticos, chuva, sol e vento. O fato de a gente ter solar e e\u00f3lica na quantidade que a gente tem, que s\u00e3o intermitentes, geram falta de in\u00e9rcia em algum momento, e \u00e9 justamente na transmiss\u00e3o que voc\u00ea vai colocar [compensadores] s\u00edncronos, que v\u00e3o trazer in\u00e9rcia no sistema. A transmiss\u00e3o \u00e9 sempre uma aliada.<br><br><strong>E como a empresa tem olhado pro cen\u00e1rio de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas?<\/strong><br>A COP30 est\u00e1 chegando e eu penso que ser\u00e1 uma oportunidade de debater uma estrat\u00e9gia de longo prazo. Os eventos clim\u00e1ticos est\u00e3o mais intensos e mais frequentes, precisamos compreender qual \u00e9 a melhor maneira de continuar prestando um bom servi\u00e7o para a sociedade.&nbsp;<br><br><strong>Qual a principal preocupa\u00e7\u00e3o atualmente com rela\u00e7\u00e3o a isso?<\/strong><br>A gente fez uma an\u00e1lise probabil\u00edstica de todos os nossos ativos, olhando para 2030, 2050, do que pode acontecer com a nossa rede em fun\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e percebeu que alguns ativos podem ficar vulner\u00e1veis. O principal ponto, mas n\u00e3o \u00fanico, s\u00e3o os ventos. A gente imagina ventos mais fortes do que aqueles para os quais algumas linhas foram dimensionadas.<br><br>Se eu tenho uma rede que hoje resiste a 100 quil\u00f4metros&nbsp;por hora de vento&nbsp;e eu imagino que os ventos possam chegar a 200 quil\u00f4metros por hora, o que eu devo fazer hoje? Sendo que isso \u00e9 uma probabilidade. Eu tenho uma an\u00e1lise probabil\u00edstica que diz que potencialmente uma certa linha pode estar fr\u00e1gil em rela\u00e7\u00e3o a um vento. A gente tem que come\u00e7ar a ter discuss\u00f5es sobre isso.<br><br>N\u00f3s j\u00e1 come\u00e7amos essa discuss\u00e3o, inclusive, vamos fazer um trabalho agora junto com a EPE [Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica]. A primeira discuss\u00e3o que eu acho fundamental \u00e9 entender dois conceitos:&nbsp;<em>safe to fail&nbsp;<\/em>ou&nbsp;<em>fail to safe<\/em>. Ou seja, refor\u00e7a essa linha ou se prepara para reparos r\u00e1pidos, a exemplo do que ocorre no exterior. N\u00e3o existe nos Estados Unidos infraestrutura que aguente tornado, mas quando tem um tornado na Fl\u00f3rida, alguns dias antes eles transportam equipamentos para reparar aquelas linhas.&nbsp;<br><br><strong>Como o assunto vem sendo tratado no poder p\u00fablico, na sua vis\u00e3o?<\/strong><br>Essa \u00e9 uma discuss\u00e3o que a gente ainda n\u00e3o teve com intensidade no Brasil e eu acho que deveria ter e est\u00e1 no esp\u00edrito da COP30. Eu j\u00e1 percebo na ANEEL [Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica] sensibilidade para o tema. Tem uma consulta p\u00fablica aberta, para que a gente comece a discutir qual \u00e9 o arcabou\u00e7o regulat\u00f3rio que vai orientar os investimentos nessa infraestrutura.&nbsp;<br><br>A gente levou esse estudo [ao governo] e&nbsp;a gente tem feito alguns refor\u00e7os nas linhas. E, de novo, \u00e9 probabil\u00edstico. Eu n\u00e3o tenho certeza que elas ser\u00e3o vulner\u00e1veis. A ANEEL t\u00e1 bastante aberta nessa discuss\u00e3o pra que a gente possa avan\u00e7ar, a EPE tamb\u00e9m est\u00e1 aberta, o&nbsp;ONS tamb\u00e9m t\u00e1 nessa discuss\u00e3o. \u00c9 um tema que est\u00e1 aceso, n\u00e3o \u00e9 um tema que est\u00e1 morto.<br><br>Precisamos saber o que a sociedade espera: que eu fa\u00e7a uma estrutura \u00e0 prova de ventos fortes ou que eu fa\u00e7a uma recupera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida? Qual \u00e9 o custo menor pra sociedade? Como na distribui\u00e7\u00e3o, que tem a discuss\u00e3o sobre enterrar as linhas: quanto custa? Quem paga? Na transmiss\u00e3o, o poder concedente precisa orientar o que deve ser feito a partir dos estudos que j\u00e1 mostram linhas existentes vulner\u00e1veis. A gente mostrou esse estudo e tem feito alguns refor\u00e7os nas linhas.<br><br><strong>O que tem sido feito, por exemplo?<\/strong><br>Depois que a gente fez o estudo e notou quais eram as redes mais vulner\u00e1veis, a gente come\u00e7ou a acrescentar algumas camadas de prote\u00e7\u00e3o. Por exemplo, um tema que a gente tem \u00e9 inc\u00eandio, que \u00e9 um risco maior em tempos de seca.<br><br>No ano retrasado, a gente criou unidades de observa\u00e7\u00e3o de forma que a gente acompanha inc\u00eandios de forma muito pr\u00f3xima e pode mobilizar o combate o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.<br><br>N\u00f3s temos hoje uma estrutura para ter uma recupera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida em pontos cr\u00edticos da nossa rede. Eu tenho equipes de prontid\u00e3o, que, dependendo do clima, a gente aloca. Tem torres de reserva. E a\u00ed a gente precisa entender se tem algo mais para fazer e continuar se adaptando.<br><br><strong>O governo editou medidas provis\u00f3rias para fazer uma reforma do setor el\u00e9trico. Como voc\u00ea avalia essas medidas e o debate feito no Congresso?<\/strong><br>Tenho uma vis\u00e3o positiva, precisamos buscar ajustes na nossa rota absolutamente inovadora. Normalmente as coisas acontecem em algum lugar do mundo e depois acontecem no Brasil, a\u00ed a gente copia e corrige. Mas na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, o Brasil tem um papel de lideran\u00e7a no mundo muito importante.&nbsp;<br><br>Isso traz uma dimens\u00e3o de desafio para o qual a gente n\u00e3o est\u00e1 acostumado. &nbsp;Os meus problemas v\u00e3o ser novos, eu vou ter que achar a solu\u00e7\u00e3o para eles sem poder copiar muito os outros. E eles aparecem, como o curtailment. Ent\u00e3o eu vejo com bons olhos que uma medida provis\u00f3ria tenha sido lan\u00e7ada para que a gente avance na busca das melhores solu\u00e7\u00f5es.<br><br><strong>Sobre os planos de investimentos da empresa, como est\u00e1 a carteira de neg\u00f3cios para os pr\u00f3ximos anos?&nbsp;<\/strong><br>Hoje a gente tem uma carteira de R$ 13 bilh\u00f5es para entregar nos pr\u00f3ximos cinco anos. Desse total, R$ 5,5 bilh\u00f5es v\u00e3o para refor\u00e7os e melhorias em S\u00e3o Paulo e R$ 6,5 bilh\u00f5es para concluir cinco novos projetos. Tr\u00eas deles ser\u00e3o entregues nos pr\u00f3ximos 12 meses, incluindo o projeto Piraqu\u00ea, que conecta a gera\u00e7\u00e3o solar de Minas Gerais ao Esp\u00edrito Santo.<br><br>E todos os nossos projetos t\u00eam a seguinte caracter\u00edstica: eles t\u00eam que ser rent\u00e1veis, porque a gente n\u00e3o busca ganhar market share ou fazer projeto por fazer. A gente precisa ter uma disciplina financeira para que a d\u00edvida fique sob controle e garantir o pagamento de dividendos dos nossos acionistas. Ent\u00e3o, respeitados esses tr\u00eas elementos, a gente vai abra\u00e7ar as oportunidades que aparecerem da melhor maneira poss\u00edvel.<br><br><strong>E qual o apetite da empresa para leil\u00f5es futuros, seja de transmiss\u00e3o ou de baterias?<\/strong><br>A gente entende que faz sentido estudar e participar num eventual leil\u00e3o de bateria. Uma ideia \u00e9 que a bateria seja um elemento de transmiss\u00e3o, mas tem discuss\u00f5es que s\u00e3o diferentes disso, n\u00e3o est\u00e1 nada decidido. Mas de qualquer maneira, a gente entende que pode contribuir para trazer esse tipo de solu\u00e7\u00e3o, desde que se encaixe no nosso plano de neg\u00f3cio. Na transmiss\u00e3o, a ISA Energia Brasil \u00e9 uma das empresas que mais participou de leil\u00f5es e mais lotes arrematou no pa\u00eds. N\u00f3s temos uma quantidade grande de concess\u00f5es, s\u00e3o 34 concess\u00f5es, e a gente vai continuar analisando.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marisa Wanzeller, da Ag\u00eancia iNFRA O CEO da transmissora ISA Energia, Rui Chammas, avalia que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas ir\u00e3o trazer desafios in\u00e9ditos para o setor el\u00e9trico brasileiro. 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