{"id":34437,"date":"2026-01-05T10:01:08","date_gmt":"2026-01-05T13:01:08","guid":{"rendered":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/?p=34437"},"modified":"2026-01-05T10:01:10","modified_gmt":"2026-01-05T13:01:10","slug":"falando-de-aviacao-regional-parte-2-o-que-pode-vir-por-ai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/falando-de-aviacao-regional-parte-2-o-que-pode-vir-por-ai\/","title":{"rendered":"Falando de avia\u00e7\u00e3o regional \u2013 Parte 2: O que pode vir por a\u00ed"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Dario Rais Lopes*<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos principais problemas na opera\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os a\u00e9reos regionais no Brasil pelas grandes empresas que atuam nos aeroportos metropolitanos \u00e9 o descompasso de frota. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de uma empresa que opera os Cessna Caravan C-208 (capacidade para nove passageiros), as demais t\u00eam uma frota que n\u00e3o atende liga\u00e7\u00f5es regionais de baixa ou m\u00e9dia densidades (menos de 50 passageiros por voo).<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o vejo nenhum crime nisso: a busca pela otimiza\u00e7\u00e3o dos custos de manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o leva a frotas mais homog\u00eaneas. Mas esse fato tamb\u00e9m restringe a amplitude dos mercados a atender. E, como as liga\u00e7\u00f5es de maior densidade t\u00eam um maior potencial de viabilidade, \u00e9 l\u00f3gico que as empresas estruturem suas frotas com esse foco.<\/p>\n\n\n\n<p>Os programas de incentivo tribut\u00e1rio tipo \u201cICMS do QAV\u201d acabaram por introduzir uma distor\u00e7\u00e3o neste ecossistema. O incentivo est\u00e1 condicionado ao aumento de frequ\u00eancia ou ao atendimento de uma nova localidade. A\u00ed vem o problema. Servi\u00e7o a\u00e9reo para novas localidades s\u00e3o voos em liga\u00e7\u00f5es de m\u00e9dia ou baixa densidade. E oferecer um voo com uma aeronave de capacidade muito maior que a demanda m\u00e9dia (passageiros por voo) faz com que a frequ\u00eancia deste voo seja menor, como uma consequ\u00eancia natural das economias de escala, das limita\u00e7\u00f5es de demanda e da busca por efici\u00eancia operacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A frequ\u00eancia de voos \u00e9 um dos fatores mais cr\u00edticos para determinar o <em>market share<\/em> de uma companhia a\u00e9rea em uma determinada rota. Isso ocorre porque a frequ\u00eancia est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 comodidade temporal e conveni\u00eancia do passageiro. Se operar com baixa frequ\u00eancia, a companhia a\u00e9rea vai perder uma parcela do mercado potencial em fun\u00e7\u00e3o do n\u00e3o atendimento da conveni\u00eancia temporal dos clientes. Este fen\u00f4meno \u00e9 respaldado nas teorias da competi\u00e7\u00e3o baseada na frequ\u00eancia (<em>Frequency-Based\u00a0 Competition<\/em>), elasticidade da demanda ao tempo, e comportamentos percebidos de custo de oportunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das consequ\u00eancias nefastas em um cen\u00e1rio de incentivo p\u00fablico \u00e9 alimentar a narrativa de que a \u201cempresa est\u00e1 levando mas n\u00e3o est\u00e1 entregando\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 restringir as empresas nacionais \u00e0s liga\u00e7\u00f5es regionais de alta densidade (S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto-S\u00e3o Paulo, por exemplo). Mas como atender mercados de baixa ou m\u00e9dia densidades da demanda? Com empresas ou programas que tenham como uma de suas refer\u00eancias a compatibilidade entre capacidade do ve\u00edculo de transporte e a densidade da demanda.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste particular estou com um prudente, mas crescente, otimismo. H\u00e1 iniciativas que apontam para uma melhoria significativa dos servi\u00e7os de avia\u00e7\u00e3o regional no pa\u00eds. Destaco duas, uma em Santa Catarina e a outra no Piau\u00ed, de diferentes concep\u00e7\u00f5es, mas com os mesmos prop\u00f3sitos e potenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente (novembro de 2025), o Governo do Estado de Santa Catarina enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que institui o \u201cPrograma Estadual de Incentivo ao Transporte A\u00e9reo Regional de Pessoas e Cargas (Programa VOA + SC)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O programa proposto tem como princ\u00edpios: (1) incentivo e facilita\u00e7\u00e3o do transporte a\u00e9reo regional; (2) promo\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o e do turismo regional; (3) incentivo ao desenvolvimento econ\u00f4mico regional, \u00e0 seguran\u00e7a no transporte a\u00e9reo e \u00e0s a\u00e7\u00f5es da \u00e1rea da sa\u00fade e defesa civil e de moderniza\u00e7\u00e3o de infraestrutura, visando \u00e0 melhoria da qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o catarinense, por meio de transporte a\u00e9reo regional seguro e de qualidade; (4) efici\u00eancia na gest\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos; e (5) promo\u00e7\u00e3o da excel\u00eancia, seguran\u00e7a e efici\u00eancia no transporte a\u00e9reo regional, com alinhamento \u00e0s regras internacionais e aos altos n\u00edveis de seguran\u00e7a exigidos para o setor da avia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para sua viabiliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o previstos dois tipos de incentivo, que poder\u00e3o ser concedidos cumulativamente ou n\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de custeio em valores que correspondam ao pagamento dos custos relativos \u00e0 hora-voo, referentes a aeronaves com at\u00e9 19 assentos, inclu\u00eddos os custos referentes aos assentos n\u00e3o comercializados e\/ou \u00e0 diferen\u00e7a entre o custo da opera\u00e7\u00e3o e o valor da venda da passagem, a ser definida em regulamento;<\/li>\n\n\n\n<li>Subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de investimento de at\u00e9 20%, para aquisi\u00e7\u00e3o de aeronaves com capacidade de 17 a 19 assentos, exclusivamente para opera\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito do Programa VOA + SC, observadas as limita\u00e7\u00f5es definidas no programa;<\/li>\n\n\n\n<li>Redu\u00e7\u00e3o dos custos relativos \u00e0s tarifas aeroportu\u00e1rias, para aeroportos que aderirem ao programa, conforme definido em regulamento; \u0435<\/li>\n\n\n\n<li>Incentivos fiscais, na forma da legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O programa merece aten\u00e7\u00e3o em diversos aspectos. Aponto tr\u00eas. O primeiro \u00e9 que, al\u00e9m do tradicional e mais que necess\u00e1rio subs\u00eddio ao Opex, h\u00e1 a previs\u00e3o de uma subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de investimento de at\u00e9 20% para aeronaves de capacidade compat\u00edvel com a realidade regional. O foco no equipamento de voo voltado para as linhas regionais de baixa densidade permite equilibrar oferta e demanda nesses mercados, com maior probabilidade de \u00eaxito na opera\u00e7\u00e3o. O segundo ponto \u00e9 que a subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Opex prev\u00ea a dedu\u00e7\u00e3o da receita da comercializa\u00e7\u00e3o de passagens e de toda e qualquer carga pela operadora a\u00e9rea. Por \u00faltimo, o terceiro ponto \u00e9 a preocupa\u00e7\u00e3o com os custos aeroportu\u00e1rios. Embora n\u00e3o sejam de grande impacto no custo operacional (a associa\u00e7\u00e3o das empresas a\u00e9reas estima da ordem de 1 %), s\u00e3o custos, e qualquer redu\u00e7\u00e3o \u00e9 boa, al\u00e9m de mostrar a preocupa\u00e7\u00e3o do governo com o custo total do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Importante acompanhar a tramita\u00e7\u00e3o da proposta no Parlamento, e saber sobre a forma final do programa, que o governo pretende que se inicie em 2026. Mas uma primeira an\u00e1lise mostra que se trata de uma proposta bem estruturada e focada, a ser implementada em um ambiente economicamente saud\u00e1vel (o PIB catarinense \u00e9 o sexto do pa\u00eds, e o estado cresce acima da m\u00e9dia nacional).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Uma outra iniciativa acontece no estado do Piau\u00ed, onde a empresa Levu (de carga a\u00e9rea, hoje trabalhando no COA para passageiros) assinou um contrato de dez anos com o governo local para implantar servi\u00e7os a\u00e9reos entre as cidades de Teresina, Picos, Parna\u00edba e S\u00e3o Raimundo Nonato com aeronaves de at\u00e9 19 assentos. O contrato prev\u00ea um aporte de R$ 30 milh\u00f5es na empresa para capital de giro, feito pelo governo, com pagamento ao longo da dura\u00e7\u00e3o do contrato.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A exemplo da proposta catarinense, h\u00e1 a previs\u00e3o de um subs\u00eddio para cobrir parte do Opex. Este subs\u00eddio tem como base de c\u00e1lculo o custo hor\u00e1rio de opera\u00e7\u00e3o das aeronaves e como meta permitir que a venda de metade das passagens pela operadora viabilize os servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Avaliando estas iniciativas numa perspectiva hist\u00f3rica, o que se nota \u00e9 uma evolu\u00e7\u00e3o sens\u00edvel quando se compara com programas passados, muitos deles nada mais que um fretamento onde a comercializa\u00e7\u00e3o ficava com o governo. H\u00e1 contrato, transpar\u00eancia nos servi\u00e7os, na oferta e principalmente na quest\u00e3o dos subs\u00eddios. Esta cont\u00ednua melhora na estrutura das propostas indica que teremos alternativas consistentes para a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte a\u00e9reo regional em liga\u00e7\u00f5es de baixa ou m\u00e9dia densidade. As liga\u00e7\u00f5es regionais de alta densidade continuar\u00e3o a ser operadas pelas empresas nacionais. Num cen\u00e1rio mais otimista, alimentadas por voos regionais de liga\u00e7\u00f5es de baixa densidade. Essa opera\u00e7\u00e3o conjunta, utilizando o potencial das empresas nacionais como canais de distribui\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os a\u00e9reos, \u00e9 fundamental para que estes novos servi\u00e7os prosperem.<\/p>\n\n\n\n<p>Retomando os subs\u00eddios (ou subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica): sem nenhum suporte financeiro por parte do Estado n\u00e3o h\u00e1 servi\u00e7o a\u00e9reo regional para liga\u00e7\u00f5es de baixa ou m\u00e9dia densidades. Melhor refer\u00eancia s\u00e3o os Estados Unidos, onde o comprometimento do or\u00e7amento p\u00fablico garante, desde o <em>deregulation act<\/em> de 1978, o <em>EAS \u2013 Essential Air Service<\/em>, programa que, atrav\u00e9s do <em>United States Department of Transportation<\/em>, fornece subs\u00eddios para companhias a\u00e9reas ou aux\u00edlios a comunidades para 177 localidades (65 no Alasca) que, de outra forma, n\u00e3o receberiam nenhum servi\u00e7o a\u00e9reo regular.<\/p>\n\n\n\n<p>Seria poss\u00edvel um programa tipo EAS no Brasil? Com certeza, mas isso \u00e9 assunto para um outro texto.<\/p>\n\n\n\n<p>*<strong>Dario Rais Lopes<\/strong> \u00e9 professor doutor na Universidade Mackenzie e ex-secret\u00e1rio nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color wp-elements-afaaa81626125a77b95b6a69457c218d\">As opini\u00f5es dos autores n\u00e3o refletem necessariamente o pensamento da<strong>&nbsp;Ag\u00eancia iNFRA<\/strong>, sendo de total responsabilidade do autor as informa\u00e7\u00f5es, ju\u00edzos de valor e conceitos descritos no texto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dario Rais Lopes* Um dos principais problemas na opera\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os a\u00e9reos regionais no Brasil pelas grandes empresas que atuam nos aeroportos metropolitanos \u00e9 o descompasso de frota. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de uma empresa que opera os Cessna Caravan C-208 (capacidade para nove passageiros), as demais t\u00eam uma frota que 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