{"id":37267,"date":"2026-03-04T08:00:00","date_gmt":"2026-03-04T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/?p=37267"},"modified":"2026-03-05T15:56:21","modified_gmt":"2026-03-05T18:56:21","slug":"mpor-aponta-menor-custo-e-impacto-ambiental-em-concessoes-aquaviarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/mpor-aponta-menor-custo-e-impacto-ambiental-em-concessoes-aquaviarias\/","title":{"rendered":"MPor aponta menor custo e impacto ambiental em concess\u00f5es aquavi\u00e1rias"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Amanda Pupo, da Ag\u00eancia iNFRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Valores baixos de investimentos em compara\u00e7\u00e3o com outras solu\u00e7\u00f5es para o transporte de pessoas e cargas; redu\u00e7\u00e3o do volume de emiss\u00f5es por tonelada transportada; menor volume de interven\u00e7\u00f5es no ambiente do que os realizados atualmente; custos menores para quem j\u00e1 utiliza e para quem paga impostos.<br><br>Essas s\u00e3o algumas das principais vantagens que t\u00e9cnicos do governo e da ANTAQ (Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios) t\u00eam apresentado para defender o modelo de concess\u00e3o de hidrovias e canais portu\u00e1rios como muito mais vantajoso do que a forma atual como esses corpos d&#8217;\u00e1gua s\u00e3o mantidos, nos chamados contratos de obras p\u00fablicas (modelo da Lei de Licita\u00e7\u00f5es).<br><br>Lan\u00e7ado em 2023, o programa de concess\u00f5es, no entanto, tem visto, ao longo do tempo, aumentar as resist\u00eancias, com uma prolifera\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es distorcidas ou erradas, que\u00a0qualificam os projetos como custosos ou ambientalmente insustent\u00e1veis, o que vem ganhando corpo e levou a um recente recuo do governo em rela\u00e7\u00e3o a projetos que estavam em desenvolvimento na regi\u00e3o Norte do pa\u00eds.<br><br>&#8220;Vamos precisar nos comunicar melhor&#8221;, resumiu o diretor-geral da ANTAQ, Frederico Dias, em recente participa\u00e7\u00e3o sobre o tema no evento P3C, realizado em S\u00e3o Paulo. &#8220;Mas acreditamos que a realidade vai se impor&#8221;, disse.<br><br>Uma das compara\u00e7\u00f5es que ele fez no encontro foi em rela\u00e7\u00e3o aos custos de investimentos em uma hidrovia e em uma rodovia. A estimativa, de acordo com ele, \u00e9 que a cada 100 quil\u00f4metros de rodovias s\u00e3o necess\u00e1rios R$ 1 bilh\u00e3o para a duplica\u00e7\u00e3o, em m\u00e9dia. Em um dos seis projetos que a ANTAQ estuda, no rio Madeira, o investimento total estimado para toda a hidrovia de 1.100 quil\u00f4metros \u00e9 de R$ 100 milh\u00f5es.<br><br>Transportar por hidrovia tem um custo estimado em 20%, se comparado com uma rodovia. O volume de emiss\u00f5es de gases do efeito estufa fica tamb\u00e9m em estimativas semelhantes. Fernando Corr\u00eaa dos Santos, que \u00e9 o respons\u00e1vel por modelar parte dos projetos de concess\u00f5es de hidrovias e canais portu\u00e1rios na Infra S.A, diz que o volume de investimentos nesses projetos no Brasil se mostrou baixo na compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses.<br><br>Isso\u00a0porque n\u00e3o h\u00e1 necessidade de grandes interven\u00e7\u00f5es em &#8220;adestramento dos rios&#8221;, como se v\u00ea em hidrovias e canais no exterior, pela caracter\u00edstica de grande volume de \u00e1gua dos rios brasileiros.<br><br>Esses rios hoje s\u00e3o navegados: mais de 21 mil quil\u00f4metros est\u00e3o mapeados pela ag\u00eancia como tendo navega\u00e7\u00e3o frequente. Para que isso ocorra sem acidentes, dragagens s\u00e3o necess\u00e1rias. E s\u00e3o feitas com recursos do or\u00e7amento da Uni\u00e3o, dos impostos.<br><br><strong>Presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o nos rios<\/strong><br>Santos explica que os modelos de concess\u00e3o est\u00e3o programados para que o concession\u00e1rio preste servi\u00e7os nos rios, o que vai levar a mais gastos com monitoramento e sinaliza\u00e7\u00e3o do rio do que com dragagem. Na hidrovia do Paraguai, por exemplo, ele explica que o rio sobe sete metros entre o n\u00edvel mais alto e o mais baixo ao longo do ano.\u00a0<br><br>E a profundidade necess\u00e1ria para o transporte de mercadorias \u00e9 de tr\u00eas metros. &#8220;Na maior parte do ano, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio sequer haver dragagem. O programa que estamos fazendo \u00e9 muito mais para ter um controle [de informa\u00e7\u00f5es] e monitoramento do rio&#8221;, explicou Santos.<br><br>As dragagens s\u00e3o necess\u00e1rias porque, ao longo do tempo, os rios v\u00e3o juntando sedimentos em alguns pontos e, nessas\u00a0\u00e1reas espec\u00edficas, \u00e9 preciso retirar os sedimentos e lev\u00e1-los para outro ponto do rio. Frederico Dias explica que essa \u00e9 uma interven\u00e7\u00e3o pontual e n\u00e3o acontece em toda a extens\u00e3o.<br><br>O projeto da hidrovia do Tapaj\u00f3s, ainda em estudo, mostra isso. O rio tem entre dois quil\u00f4metros e 18 quil\u00f4metros de largura a depender do trecho. Mas o canal por onde passam os comboios de carga \u00e9 de apenas 130 metros de largura. No total, a estimativa \u00e9 que esse canal todo corresponda a 2,9% do corpo d&#8217;\u00e1gua do rio.<br><br><strong>&#8220;Incentivo \u00e9 dragar menos&#8221;<\/strong><br>E mesmo assim, n\u00e3o \u00e9 em toda a extens\u00e3o que o canal precisar\u00e1 de dragagem, indicaram os t\u00e9cnicos na mesa que contou com o especialista s\u00eanior do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Reinaldo Fioravante, que falou sobre problemas semelhantes em outros pa\u00edses.\u00a0<br><br>A estimativa \u00e9 que em menos de 10% da extens\u00e3o dos canais seja necess\u00e1rio algum tipo de interven\u00e7\u00e3o nesses chamados &#8220;bancos de areia&#8221;. Santos, diretor da estatal de estudos, exemplifica que no rio Madeira foi identificado que apenas seis pontos de dragagem v\u00e3o corresponder a 90% de todo o volume a ser dragado.<br><br>E ainda: como \u00e9 uma presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o, \u00e9 poss\u00edvel at\u00e9 mesmo mudar o local de passagem dos comboios com sinaliza\u00e7\u00e3o e balizamento, evitando uma dragagem. &#8220;Hoje o privado tem interesse em dragar, porque quanto mais draga, mais ganha. Quando passa para o concession\u00e1rio, o incentivo dele \u00e9 dragar menos, porque isso \u00e9 efici\u00eancia&#8221;, explicou Dias,\u00a0da ANTAQ.<br><br>Com menores custos, os projetos est\u00e3o sendo modelados para que somente quem ter\u00e1 ganhos operacionais, ou seja, custos menores para transportar, pague. O pre\u00e7o tem ficado na casa de\u00a0US$ 1 por tonelada, o que \u00e9 considerado um valor vantajoso para quem transporta, se puder levar mais carga e com mais previsibilidade ao longo do ano.<br><br>Barcos com passageiros e de carga e passageiros n\u00e3o v\u00e3o pagar e v\u00e3o poder utilizar o rio como fazem atualmente. &#8220;Temos que eliminar essas imprecis\u00f5es sobre privatiza\u00e7\u00e3o, venda dos rios. Isso n\u00e3o existe. O que estamos fazendo \u00e9 olhar o rio como uma presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o&#8221;, disse Santos.<br><br><strong>Concess\u00f5es integradas do RS<\/strong><br>Por causa das oposi\u00e7\u00f5es aos projetos no Norte e no Centro-Oeste do pa\u00eds, que neste ano devem ter os estudos e comunica\u00e7\u00e3o melhorados na avalia\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos, um projeto que unir\u00e1 a concess\u00e3o de canais de navega\u00e7\u00e3o portu\u00e1rios e hidrovi\u00e1rios no Rio Grande do Sul deve conseguir avan\u00e7ar mais r\u00e1pido. <a href=\"https:\/\/agenciainfra.com\/blog\/mpor-envia-a-antaq-concessao-de-canais-de-acesso-e-hidrovias-no-rs\/\">Na semana passada<\/a>, o governo enviou os estudos para a ANTAQ poder abrir a consulta p\u00fablica,\u00a0e os dados refor\u00e7am o discurso do governo sobre um baixo investimento para um alto benef\u00edcio.\u00a0<br><br>Esse projeto de concess\u00e3o integrada de estruturas aquavi\u00e1rias tem Capex total de R$ 134 milh\u00f5es. Ele prev\u00ea que o calado operacional dos canais de acesso externo e interno do Porto do Rio Grande, o mais importante do estado, chegue a 15 metros. Hoje h\u00e1 trechos com 13 metros, o que limita os tipos de navios e o volume de carga que eles transportam.<br><br>A empresa ter\u00e1 que operar e manter tamb\u00e9m os canais dos portos de Pelotas e de Porto Alegre. No caso do primeiro, embora boa parte do Canal de S\u00e3o Gon\u00e7alo tenha profundidade natural para um calado de 5,18 metros, o acesso atual \u00e9 bastante limitado pelo trecho da Barra do S\u00e3o Gon\u00e7alo, restrito a apenas 4,20 metros.\u00a0<br><br>A ideia \u00e9 que, a partir do in\u00edcio do Ano 2, a concession\u00e1ria tenha que dragar e garantir um calado uniforme de 5,18 metros para todo o canal. Nas hidrovias estaduais \u2013\u00a0de Lagoa dos Patos e Gua\u00edba \u2013, o acesso ao porto e aos principais canais da hidrovia\u00a0j\u00e1 operam com calado de 5,18 metros. O problema s\u00e3o os assoreamentos constantes. Nos rios afluentes \u2013 Ca\u00ed e dos Sinos \u2013, o calado admiss\u00edvel varia entre 2,5 metros e 4 metros, segundo a pasta.<br><br><strong>Portos RS na Lagoa Mirim<\/strong><br>A previs\u00e3o dos estudos de concess\u00e3o \u00e9 que a futura operadora garanta o calado de 5,18 metros o ano todo, a partir do Ano 2, para o porto e a grande maioria dos canais artificiais da hidrovia interior. Para os acessos pelos rios dos Sinos e Ca\u00ed, a meta ser\u00e1 de garantir 4 metros.<br><br>A Hidrovia da Lagoa Mirim, com 140 quil\u00f4metros que leva at\u00e9 o Uruguai, hoje n\u00e3o registra navega\u00e7\u00e3o de cargas em raz\u00e3o da severa restri\u00e7\u00e3o no Canal do Sangradouro, que opera com calado de 1,5 metros. Com a concess\u00e3o, a meta \u00e9 viabilizar a navega\u00e7\u00e3o ao longo do canal at\u00e9 o final do Ano 1. Uma vez que, hoje, a Portos RS n\u00e3o atua na \u00e1rea, a concession\u00e1ria assumiria o trecho de forma integral desde o in\u00edcio do contrato.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amanda Pupo, da Ag\u00eancia iNFRA Valores baixos de investimentos em compara\u00e7\u00e3o com outras solu\u00e7\u00f5es para o transporte de pessoas e cargas; redu\u00e7\u00e3o do volume de emiss\u00f5es por tonelada transportada; menor volume de interven\u00e7\u00f5es no ambiente do que os realizados atualmente; custos menores para quem j\u00e1 utiliza e para quem paga impostos. 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