Mesmo após o rompimento da barragem de Fundão, no município de Mariana (MG), em 2015, considerado um dos maiores acidentes ambientais já registrados no mundo, o Brasil ainda apresenta muitas deficiências nesta área.
De acordo com a ANA (Agência Nacional de Águas), existem no país pelo menos 695 barragens classificadas como de risco alto.

Na prática, significa que possuem problemas como “fissuras e deterioração do concreto”, “concreto com péssima qualidade” e “trincas em todo o maciço”.
A maioria das barragens com risco alto encontra-se na região Nordeste, principalmente nos estados da Paraíba (404), Rio Grande do Norte (221) e Bahia (204). Em outros estados, destacam-se Mato Grosso do Sul (31), Rondônia (23) e Acre (21).
Só 15% das barragens foram classificadas
De acordo com a agência, o país tem 22,9 mil barragens, divididas em de usos múltiplos (71%), de contenção de rejeitos de mineração, de contenção de resíduos industriais e de hidrelétricas. As que mais apresentam risco são as de usos múltiplos, de acordo com o levantamento. (01/11/2017)





