da Agência iNFRA
Segundo uma análise sobre os biocombustíveis, divulgada pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) nesta sexta-feira (22), as tendências de curto prazo para o segmento envolvem a evolução dos indicadores de etanol, biodiesel, bioeletricidade da cana-de-açúcar e biogás.
Esta é a primeira edição da Análise de Conjuntura dos Biocombustíveis desde a sanção, em outubro de 2024, da Lei do Combustível do Futuro. A partir do resgate da história dos biocombustíveis no Brasil, é possível analisar tendências e projetar cenários de energia para o país.
Neste ano, as analistas Marina Ribeiro e Paula Barbosa, da Superintendência de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis, apresentaram o texto principal, e o analista Luciano Oliveira, o artigo.
Sobre os desafios e oportunidades para o crescimento sustentável dos biocombustíveis no Brasil nos próximos anos, Paula citou, entre outros exemplos, o desafio da concorrência por área agrícola, que poderá ser mitigado pela recuperação de áreas degradadas, e a oportunidade que representa o crescimento acelerado do etanol de milho.
Respondendo pergunta sobre o potencial do biometano, Luciano Oliveira explicou que “no Brasil, o grande potencial de biometano está relacionado ao aproveitamento de resíduos, seja a vinhaça da produção de etanol no setor sucroenergético, sejam os estrumes de animais confinados, e nos resíduos urbanos, e é possível ainda aproveitar parte da palha agrícola que está espalhada pelo campo”.







