da Agência iNFRA
O Brasil registrou, em junho, a menor área com seca e a condição mais branda do fenômeno desde dezembro de 2023, segundo a última atualização do Monitor de Secas da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico). Todas as cinco regiões geopolíticas do país apresentaram sinais de abrandamento entre maio e junho, com destaque para o Norte, onde a situação foi considerada a menos severa. O Nordeste, por sua vez, concentrou os casos mais críticos, com 33% da área afetada por seca grave.
Em termos de extensão territorial, a seca recuou no Centro-Oeste, Norte, Sudeste e Sul. O único aumento foi registrado no Nordeste, de forma leve. Em junho, 44% do território nacional teve alguma condição de seca, a menor proporção desde o início do mapeamento integral do país.
No comparativo dos dois meses, 14 estados tiveram redução na severidade da seca, entre eles Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia. Por outro lado, houve intensificação do fenômeno em cinco estados: Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins. Outros cinco mantiveram estabilidade, enquanto o Amapá permaneceu sem registro de seca. No Mato Grosso, o fenômeno deixou de ser observado devido ao volume de chuvas acima da média. Já o Pará voltou a apresentar áreas afetadas.






