23/07/2025 | 12h30  •  Atualização: 24/07/2025 | 12h02

ANEEL discute o quanto pode avançar sobre cortes para geração distribuída, diz diretora

Foto: Ministério de Minas e Energia

Marisa Wanzeller, da Agência iNFRA

A diretora da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) Agnes Costa disse nesta quarta-feira (23) que a reguladora está discutindo “o quanto pode ou não avançar” em cortes obrigatórios (chamados de curtailment) para MMGD (Micro e Minigeração Distribuída), “juridicamente e tecnicamente”. A diretora relata a CP (Consulta Pública) 45/2019, que trata do tema.

“A gente está falando de muitos agentes que têm muitos direitos, e a gente vai ter que delimitar melhor esses direitos, e aí vai doer”, disse a diretora durante participação no seminário Lide Energia. Ela ressaltou que os agentes de GD são colocados como consumidores pela legislação, o que pode levar a questionamentos futuros caso passem a sofrer com curtailment. “Não é justo você sacrificar um pedaço só e deixar o outro”, completou.

Data Center
Outro ponto levantado pela diretora foi a necessidade de energia firme para consumidores como os data centers. “A gente sabe que são demandas de energia 24 horas por sete [dias da semana]. Isso significa que quem quer que esteja investindo tem que olhar para contratar a energia direito. Se for contratar só a eólica e solar, a gente vai só acentuar esse problema de corte [de geração]”, ponderou, apontando também o armazenamento como uma opção.

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