da Agência iNFRA
A Vale divulgou nesta terça-feira (21) o desempenho operacional do segundo trimestre de 2026. A produção de minério de ferro atingiu 84,3 Mt (milhões de toneladas), o melhor resultado para o período desde 2018, impulsionada pelo recorde da mina S11D (23,4 Mt) e pelos avanços dos projetos Capanema e VGR1. As vendas somaram 79,7 Mt, alta de 3,1% ante ao segundo trimestre de 2025, com preço médio dos finos em US$ 95,0/t.
No cobre, a produção de 98,4 mil toneladas representou o melhor segundo trimestre desde 2017, com crescimento de 6,3% impulsionado pelos ativos brasileiros – Salobo bateu recorde para o período e Sossego teve sua melhor marca desde 2017. As vendas subiram 9,7% e o preço médio disparou 56,5%, a US$ 14.062/t.
A produção de níquel, de 42,0 mil toneladas, foi a maior para um 2T desde 2020, com alta de 4,2% puxada pelo recorde da refinaria de Long Harbour e pelo salto de 95,8% em Onça Puma, que atingiu sua melhor marca histórica para o trimestre. Esse ganho compensou a manutenção programada em Sudbury. As vendas de níquel cresceram 7,2%.
A Vale manteve o guidance para 2026, com expectativa de 335-345 Mt de minério de ferro, 350-380 kt de cobre e 175-200 kt de níquel.






