da Agência iNFRA
A cadeia de minerais críticos esteve no centro de discussões entre representantes do setor público e privado do Brasil e dos Estados Unidos nesta quarta-feira (18), durante fórum realizado em São Paulo. Promovido pela Amcham Brasil, Citigroup, U.S. Chamber of Commerce e pela Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, com apoio do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), o encontro reuniu cerca de 300 representantes empresariais e governamentais.
Durante o evento, o potencial brasileiro em minerais estratégicos foi apontado como um dos principais atrativos para ampliar a cooperação entre os dois países. Hoje, o Brasil tem a segunda maior reserva mundial de terras raras, além de reservas de níquel, grafite, cobalto e lítio.
Segundo o diretor-presidente interino do Ibram, Pablo Cesário, o desafio é transformar a base mineral em desenvolvimento econômico, com foco em investimentos, tecnologia e fortalecimento da cadeia produtiva.
As discussões também abordaram o interesse de empresas brasileiras e americanas em ampliar investimentos no processamento mineral e na agregação de valor industrial. O encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, afirmou que os Estados Unidos já investem mais de US$ 600 milhões em projetos de minerais críticos no país e indicou possibilidade de novos aportes bilionários.






