da Agência iNFRA
O Grupo Equatorial informou neste sábado (26) que a comunicação divulgada na noite de sexta-feira (25) pela Copasa não representa qualquer intenção de saída ou de desinvestimento na companhia, “refutando qualquer menção à reestatização por absoluta falta de pertinência ao caso.”
“A Equatorial, por meio da Gerais Saneamento, mantém sua participação de 30% no capital da Copasa e permanece legitimamente como investidora de referência da companhia”, disse em nota.
Na sexta, fato relevante informou que a Copasa recebeu cópia de correspondência enviada pela Gerais Saneamento S.A – subsidiária da Equatorial que entrou como investidor de referência na privatização da companhia – comunicando a intenção do investidor de requerer a rescisão antecipada do Acordo de Acionistas celebrado em 11 de junho de 2026, caso sejam aprovadas matérias previstas no acordo durante a Assembleia Geral Extraordinária que está convocada para segunda-feira (28).
Segundo a Equatorial, a comunicação refere-se exclusivamente à “possibilidade” de rescisão antecipada do Acordo de Acionistas celebrado com o Estado de Minas Gerais, “sendo etapa prevista nos documentos da oferta, que está condicionada à aprovação das matérias previstas para a Assembleia Geral Extraordinária de 28 de setembro”.
Seria, segundo a companhia, uma etapa regular do processo, relacionada ao acordo societário e à governança da Copasa, “que em nada altera a participação acionária da Equatorial na companhia nem sua condição de acionista de referência”.




