da Agência iNFRA
O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Márcio Rea, disse nesta quarta-feira (1º) que o órgão aguarda regulação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) junto às distribuidoras para operação das usinas tipo 3 — aquelas conectadas diretamente à rede de distribuição. O diretor de Operações do ONS, Christiano Vieira, afirmou que a medida pode envolver a modulação de até 20 GW (gigawatts) de energia.
Segundo Christiano, esse volume é o potencial da ação, mas o que de fato poderá ser manejado depende de fatores relacionados à rede, capacidade de modulação, supervisão de distribuidoras, entre outros. Ele ainda destacou que, apesar do plano em elaboração para gestão do excedente de geração, a preferência será continuar operando as usinas centralizadas, avançando para as demais somente quando necessário.
“A preferência é sempre atuar no ambiente centralizado em eólica e solar, mas podemos ir além disso nos momentos de vale [da carga] porque tem um limite [no centralizado]. A ideia é ter margem de manobra. Isso aconteceria por meio das distribuidoras. Pode ser um corte ou só uma modulação, que é gerar menos em um horário e mais em outro”, disse o diretor à imprensa após cerimônia do “1° Prêmio ONS de Qualidade na Operação”, no Rio de Janeiro.







