11/08/2025 | 15h05  •  Atualização: 12/08/2025 | 16h57

Empresas pedem que TCU aprecie representação contra o leilão do GSF até terça-feira (12)

Foto: AES Brasil/Divulgação

da Agência iNFRA

Duas empresas que, juntas, adquiriram passivos no Leilão do GSF (risco hidrológico) solicitaram ao TCU (Tribunal de Contas da União) que aprecie até terça-feira (12) a representação que pede a suspensão dos contratos do certame. A solicitação foi feita por ArcelorMittal e Samarco, que em consórcio fizeram um lance de R$ 193,2 milhões no leilão. O caso está sob relatoria do ministro Jorge Oliveira.

O MPTCU (Ministério Público junto ao TCU) pediu que a Corte de Contas suspenda, como medida cautelar, qualquer contratação ou ato relacionado ao leilão até avaliação da metodologia definida pelo MME (Ministério de Minas e Energia) para definir a taxa de desconto (WACC) em 10,64%.

A ArcelorMittal e a Samarco ressaltam a urgência de uma decisão uma vez que as empresas precisam aportar até quarta-feira (13) os R$ 193,2 milhões para efetivar o pagamento dos títulos adquiridos no leilão, sob pena de desclassificação.

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