da Agência iNFRA
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) afirmou que acompanha o debate sobre o possível fim da escala 6×1 e defendeu que qualquer mudança na jornada de trabalho seja conduzida com “responsabilidade e previsibilidade”. Em posicionamento divulgado nesta quinta-feira (19), a entidade sustenta que o transporte é atividade essencial, opera 24 horas por dia e já enfrenta escassez de mão de obra, o que pode agravar impactos operacionais e de custos caso haja redução de jornada sem reposição de trabalhadores.
Segundo a CNT, pesquisas do Sistema Transporte apontam falta de motoristas e profissionais de manutenção tanto no transporte rodoviário de cargas quanto no urbano de passageiros.
A confederação também alertou para possíveis reflexos fiscais, caso a medida alcance o setor público e exija novas contratações. A entidade defende que eventuais mudanças sejam tratadas por meio de negociação coletiva, respeitando as especificidades de cada segmento, e colocou-se à disposição para contribuir tecnicamente com o Congresso e o governo federal.




