27/03/2026 | 11h00  •  Atualização: 27/03/2026 | 13h02

PLI 2050: Governo de SP põe em avaliação plano que prevê novo aeroporto

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Beatriz Kawai, da Agência iNFRA

Um pacote de projetos para orientar investimentos no setor logístico e de infraestrutura em São Paulo deve ser concluído até o fim do ano. Entre os temas, está a construção de um quarto aeroporto de grande porte no estado.

Os projetos fazem parte do PLI 2050 (Projeto de Logística e Investimentos), coordenado pela Subsecretaria de Logística e Transporte da Semil-SP (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística), lançado em 2023 para analisar as demandas de infraestrutura do estado e aprimorar os setores rodoviário, ferroviário, metroviário, hidroviário e aéreo. Uma etapa de simulações do PLI 2050 deve se encerrar em agosto para que o pacote de projetos seja entregue no fim do ano.

O subsecretário de logística da Semil-SP, Denis Amorim, explicou que o PLI 2050 tem por objetivo melhorar a acessibilidade da população, reduzir tempo no trânsito, diminuir emissões atmosféricas e integrar regiões e sistemas de infraestrutura. 

Os rascunhos foram feitos por técnicos da pasta, junto com o consórcio Transplan-Concremat, e apresentados para contribuições da sociedade. Agora, estão sendo feitas avaliações sobre quais serão as prioridades: conservação da infraestrutura atual, ampliação de rodovias e faixas, redução de acidentes, melhoria de canais de atendimento ao usuário, conexão regional, ampliação logística em termos de competitividade e aproveitamento de malha ociosa.

Em apresentação na quinta-feira (26) na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo, foram debatidos assuntos como construção de pontos de carregamento de veículos elétricos, integração do Porto de São Sebastião, construção de um quarto aeroporto no estado e facilitação da logística no Porto de Santos – o maior da América Latina.

Financiamento
O subsecretário informou que, no momento, o PLI se encaminha para a fase de simulações, em que a pasta irá analisar as contribuições feitas pela sociedade civil, testar alternativas e, assim, elaborar uma carteira de projetos, considerando a viabilidade econômica e as vantagens ambientais e sociais. Para cada projeto do pacote será indicado o modelo de negócio mais aderente às suas características, podendo ser concessão tradicional, PPP (Parceria Público-Privada) ou operado pelo próprio estado.

“Cada um dos projetos vai ser viabilizado de acordo com a sua vocação, seu modelo de negócio e a estrutura institucional do estado que é mais aderente àquele tipo de projeto”, afirmou Amorim.

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