da Agência iNFRA
A EPE (Empresa de Pesquisa Energética) divulgou um estudo do Obepe (Observatório Brasileiro de Erradicação da Pobreza Energética) que mostra a relação entre pobreza energética e desigualdades raciais no Brasil.
Segundo o levantamento, um em cada três domicílios chefiados por pessoas pretas ou pardas compromete mais de 10% da renda com despesas de energia, percentual superior ao registrado em residências chefiadas por pessoas brancas.
O estudo aponta ainda que a pobreza energética vai além do acesso à eletricidade. Famílias pretas e pardas apresentam maior dificuldade de acesso a equipamentos como computadores e máquinas de lavar, além de maior uso de lenha e carvão para cozinhar, condição associada a riscos à saúde e insegurança alimentar.






