Gabriel Vasconcelos, da Agência iNFRA
O gerente-executivo de gás e energia da Petrobras, Álvaro Tupiassú, disse nesta sexta-feira (6) que o mais importante a esta altura é que o LRCAP (Leilão de Reserva de Capacidade) saia do papel. O formato do certame tem sido modificado em profusão nos últimos meses e viu o TCU (Tribunal de Contas da União) abrir um processo para checar a pertinência do aumento dos seus preços-teto, o que pode, no limite, levar a sua suspensão ou a um terceiro adiamento.
“Para a Petrobras, o importante é que o leilão ocorra. Nós participamos das consultas públicas do ano passado e as regras foram emitidas. A Petrobras está preparada para participar do leilão agora no dia 18 ou em qualquer outra data”, disse Tupiassú.
Ele reforçou que a Petrobras terá 2,9 GW de termelétricas a serem recontratados e um projeto novo, que envolve usina greenfield a ser instalada no Complexo Boaventura, em Itaboraí (RJ).
Questionado sobre a importância do leilão, Tupiassú disse que a Petrobras tem defendido a realização do leilão porque ele garante a contratação e a segurança energética para um período longo, de 2026 a 2031. Sobre as recentes mudanças de formato, ele se limitou a dizer que isso “faz parte do processo”. E repetiu: “O importante é que o leilão possa ocorrer”.







