11/05/2026 | 12h56

Operação deve ficar mais complexa e exigir mais flexibilidade, diz ONS

Foto: Ricardo Botelho/MME

da Agência iNFRA

As mudanças na matriz elétrica brasileira trazem maior complexidade para a operação do sistema elétrico, o que exigirá novos modelos de gestão, maior flexibilidade operacional e adaptação da infraestrutura energética, segundo afirmou o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Márcio Rea, em participação na reunião de lideranças do GO15 em Atenas (Grécia), nos dias 5 e 6 de maio. De acordo com Rea, a participação relativa da geração de energia elétrica controlada pelo órgão tende a diminuir ao longo do tempo.

“Em 2026, as fontes renováveis já representam cerca de 85% da capacidade instalada da matriz elétrica brasileira, com projeção de alcançar quase 88% até 2030. O crescimento ocorre de forma mais intensa na geração distribuída”, disse o diretor-geral, que, neste ano, é vice-presidente do GO15, e deve assumir a presidência em 2027.

O GO15 é um fórum internacional que reúne operadores dos maiores sistemas elétricos do mundo, responsáveis por mais de 60% da demanda global de eletricidade, para debater os temas críticos da operação de sistemas de grande porte. No evento, Rea participou da reunião presencial do grupo e do painel “Transição Energética e Data Centers: Desafios para os Operadores da Rede Elétrica”, em fórum realizado pelo GO15 e pela MedTSO, que reúne operadores do Mediterrâneo.

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