09/09/2025 | 17h31  •  Atualização: 09/09/2025 | 17h32

Porto sem Papel, do MPor, já evitou o corte de 30 mil árvores

Foto: Divulgação/Governo Federal

da Agência iNFRA

O programa Porto sem Papel, coordenado pelo MPor (Ministério de Portos e Aeroportos), que visa a digitalização dos processos portuários, já evitou o uso de aproximadamente 342,8 milhões de folhas de papel. O impacto representa a preservação estimada de 30,6 mil eucaliptos.

Criado para reduzir a burocracia nos portos, o Porto sem Papel unifica em uma plataforma todas as informações necessárias para a atracação e operação das embarcações. Antes, a rotina exigia a entrega de diversos formulários físicos a diferentes órgãos anuentes.

Hoje, com a centralização dos dados, armadores e agentes de navegação podem iniciar o preenchimento do Documento Único Virtual ainda durante a viagem do navio, antes da atracação. Esse procedimento garante maior previsibilidade, acelera a liberação e reduz o tempo de permanência das embarcações nos portos.

Essa agilidade tem reflexos diretos na sustentabilidade: além da expressiva economia de papel, a digitalização também contribui para a diminuição do tempo de espera dos navios, o que impacta na redução do consumo de combustível e das emissões de gases do efeito estufa.

Entre 2013 e 2024, o sistema evitou a liberação de cerca de 72 mil toneladas de CO₂ na atmosfera, resultado da maior eficiência operacional.

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