da Agência iNFRA
A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (10) um reajuste médio de 15,46% para as tarifas da Enel Rio de Janeiro. Sendo os efeitos na baixa tensão de 14,23% e na alta tensão de 19,94%.
O resultado do reajuste considerou a projeção de compensação de créditos de PIS/Cofins com base na média dos últimos três meses, e não dos últimos 12 meses, como pedia a distribuidora. Essa decisão impediu um aumento ainda maior na tarifa para os consumidores, reduzindo em 5,98% o efeito médio.
Segundo a Enel, a proposta da área técnica, agora referendada pela diretoria, representa um valor bem acima da capacidade de compensação da distribuidora, comprometendo a sua arrecadação.
Em seu voto, o relator, diretor Gentil Nogueira, explicou que a medida levou em conta que a Enel já teria aproveitado o valor de R$ 2 bilhões nas tarifas entre 2021 e 2025. Assim, considera-se a previsão de compensação mensal de R$ 45,383 milhões, levando a R$ 499 milhões em créditos de PIS/Cofins a ser compensado no presente processo tarifário.







