Amanda Pupo, da Agência iNFRA
O ministro dos Transportes, George Santoro, explicou nesta quinta-feira (11) que o futuro concessionário do corredor ferroviário Leste-Oeste (Fico-Fiol) só terá obrigação de construir o trecho 3 da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) quando o projeto do Porto Sul, em Ilhéus, e a Fiol 1 e 2 estiverem prontos. A outorga esperada com a Fico 1 (Ferrovia de Integração Centro-Oeste), em construção pela Vale e com entrega programada para 2031, deve alimentar a construção da Fiol 3. A Fiol 2 é construída como obra pública. Atualmente, o projeto portuário e a Fiol 1 são de responsabilidade da Bamin, que, inadimplente com as obras, busca vender a concessão do complexo para a Mota-Engil.
Santoro ressaltou que o plano é reequilibrar esse contrato. Segundo ele, é possível que parte dessa questão seja levada ao TCU (Tribunal de Contas da União), mas a decisão caberá à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que ainda está analisando o pleito.
Concessão rodoviária
O ministro também antecipou que a ligação entre Água Boa (MT) e Lucas do Rio Verde (MT) ganhará uma concessão rodoviária de cerca de 600 quilômetros, que deve sair no próximo ano. Assim, ficará a cargo do empreendedor escolher se construirá a Fico 2, que faria essa conexão via ferrovia.






