Rafael Bitencourt, da Agência iNFRA
Em reunião inaugural, o Cimce (Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos), aprovou nesta quinta-feira (5) a lista brasileira dos 27 minerais críticos e estratégicos, seguindo diretrizes do marco legal (Lei 15.506/2026). O conselho classificou com “prioridade alta” o grupo de nove substâncias cujo os projetos relacionados serão submetidos a um maior rigor de análise sobre operações de troca de controle societário e financiamento estratégico.
As nove substâncias classificadas com a “prioridade alta” são: terras raras, grafita, lítio, níquel, manganês, cobalto, silício, cobre e urânio.
O anúncio foi feito pela ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, que é presidente do Cimce, em reunião que contou com a presença do presidente Lula.
Em contrapartida, os mesmos projetos terão “prioridade máxima” no acesso aos instrumentos de fomento oferecidos pelo governo para estimular a produção e processamento industrial no país.
Os 27 minerais críticos e estratégicos foram distribuídos em três classes de priorização. Com prioridade média, estão as substâncias: tungstênio, cromo, vanádio, tântalo, titânio, fosfato, potássio E enxofre. Em em prioridade baixa, foram classificados: nióbio, estanho, ferro, zinco, ouro, magnésio, molibdênio, tório, alumínio e o grupo da Platina.





