da Agência iNFRA
A diretoria da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) aprovou, na sexta-feira (9), os estudos geológicos e econômicos relativos ao bloco exploratório de Oeste de Jubarte, visando uma possível futura inclusão na OPP (Oferta Permanente de Partilha). Os resultados foram encaminhado ao MME (Ministério de Minas e Energia), que irá decidir sobre a licitação do bloco.
Cabe à pasta, a partir da análise da ANP e de sua avaliação estratégica, propor ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) a definição dos blocos a serem licitados sob o regime de partilha de produção. Os estudos da reguladora abrangem a avaliação geológica e geofísica da área, a análise preliminar de sua viabilidade técnica e econômica e a definição da configuração geográfica do bloco.
Localização
Situado na Bacia de Campos, no polígono do pré-sal, o bloco possui aproximadamente 690 km² e foi classificado como de elevado potencial exploratório. Os estudos realizados pela agência estimam para a área volume de petróleo e gás natural médio total não riscado (volume estimado antes de considerados os riscos associados à exploração) na ordem de dezenas de milhões de boe (barris de óleo equivalente).
A configuração estudada para o bloco contempla a extensão Norte de Caxaréu e exclui as áreas abrangidas pelo Acordo de Individualização da Produção relativo às extensões de Jubarte.
As atividades fazem parte do Calendário Estratégico Unificado de Avaliações Geológica e Econômica 2026-2027, que apresenta a localização das áreas com potencial para descobertas de petróleo e gás, assim como as fases dos estudos que serão realizados. O calendário é elaborado e divulgado em períodos que vão de dois a quatro anos, com base no Mapa Estratégico da ANP, documento que apresenta o planejamento e as prioridades da agência.





