Rafael Bitencourt, da Agência iNFRA
O MPT (Ministério Público do Trabalho) deu cinco dias para a ANM (Agência Nacional de Mineração) apresentar quais medidas foram adotadas pelo órgão diante do extravasamento de água com sedimentos da Mina de Fábrica, mantida pela Vale, em Ouro Preto (MG). Em ofício assinado na segunda-feira (26), a procuradora do trabalho Isabella Gomes questiona se a agência “corrobora o entendimento da mineradora” de que a ocorrência não teria impactado as barragens de rejeito.
O incidente ocorreu na madrugada de domingo (25), na fronteira com o município de Congonhas (MG). A água transbordou da escavação a céu aberto (cava) e chegou a atingir a área da CSN Mineração.
À ANM, a Vale admitiu que “o fluxo alcançou algumas áreas de uma empresa” e destacou que “a segurança das pessoas e da comunidade permanece preservada”. Em comunicados ao mercado, a mineradora tem assegurado que as barragens de rejeito não foram afetadas, informação que foi reiterada à agência.





