Rafael Bitencourt, da Agência iNFRA
O plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu, por unanimidade, conceder mais 120 dias para a Eletronuclear apresentar uma política de gestão de risco cambial. A medida foi uma recomendação estabelecida pelo tribunal após auditoria identificar que, sem proteção, a estatal estava sujeita aos “efeitos de flutuações cambiais sobre seus ativos e passivos”.
Para o TCU, a falta de mecanismos para mitigar o risco cambial submete a Eletronuclear a “impactos relevantes” sobre o fluxo de caixa e os resultados da companhia.
Ao conceder mais prazo, os ministros reforçaram, no acórdão aprovado, que a exposição cambial “decorre, principalmente, da contratação de serviços e do fornecimento de equipamentos dentro do Programa de Extensão da Vida Útil da usina nuclear de Angra 1”.
O processo é relatado pelo ministro do TCU Jorge Oliveira.




