da Agência iNFRA
A transparência e o diálogo com todos os setores impactados farão do PNL (Plano Nacional de Logística) 2050 um instrumento efetivo para o desenvolvimento da infraestrutura de transportes e do crescimento econômico do país. A avaliação foi feita pelo diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos, em entrevista ao Estúdio iNFRA. Ele destacou também o perfil estruturante do documento, já que o planejamento focará em corredores de transporte, e não apenas em projetos específicos, além do caráter de política de estado do plano, que perpassa governos.
“Quando você faz um planejamento para 2050, perpassa os governos. Então, é importante que isso seja debatido com a sociedade como um todo”, disse Bastos no último dia 2, durante o Agenda Infra Brasil, evento realizado pela Agência iNFRA em Brasília.
Responsável pela diretoria de Mercado e Inovação da Infra S.A., Marcelo Vinaud falou sobre a faceta multiministerial do PNL 2050 e a evolução tecnológica que baseou a confecção do plano, que usa informações consideradas mais acuradas e rastreáveis. Entre elas, notas fiscais eletrônicas que circulam em todos os modos de transporte e sinais de celulares.
Ele destacou ainda o acompanhamento que é feito pelo TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a produção. “Essas ações agora estão numa agenda de estado, do Tribunal de Contas da União, onde ele passa a observar efetivamente a qualidade e a acuracidade técnica de tudo o que se é produzido, levantado e todo o exercício feito para chegar ao Plano Nacional de Logística”, observou Vinaud.
Diretora de Administração e Finanças da estatal de planejamento e estruturação de projetos, Elisabeth Braga também deu enfoque à visão de corredores logísticos integrados do PNL 2050 e a escuta ativa da população e dos stakeholders para elaboração do instrumento. Na conversa com a Agência iNFRA, a diretora ainda falou sobre a transformação institucional vivida pela Infra S.A., que traçou um plano para tornar-se sustentável economicamente e não depender de recursos do Tesouro Nacional.
“É um plano muito consistente porque ele parte de ações que já estão em desenvolvimento dentro da empresa. Os números não mentem”, comentou Braga.






