12/02/2026 | 12h47  •  Atualização: 12/02/2026 | 16h26

PDE: Térmicas e GD solar terão maiores expansões da matriz em 10 anos

Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini

Geraldo Campos Jr., da Agência iNFRA

O PDE (Plano Decenal de Energia) prevê que as térmicas e a MMGD (Mini e Microgeração Distribuída) serão as fontes com maiores expansões na matriz elétrica brasileira em 10 anos. Segundo o estudo, a capacidade de geração do país deve crescer 45% até 2035, alcançando 359 GW (gigawatts).

Pelo plano, o parque térmico deve mais do que dobrar, saindo dos atuais 20 GW para 45 GW em 2035. Já a MMGD deve crescer 95%, dos atuais 40 GW para 78 GW. O plano elaborado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) foi lançado nesta quinta-feira (12) e colocado em consulta pública pelo MME (Ministério de Minas e Energia) por 30 dias.

No caso das térmicas, fontes explicaram que o número projetado pode ser menor, uma vez a estimativa ainda conta com a contratação de térmicas locacionais pela Lei de Desestatização da Eletrobras, que foram substituídas por PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) na lei 12.269, sancionada no fim de 2025. No entanto, ainda é aguardada a análise do veto sobre essas térmicas na Lei das Eólicas Offshore pelo Congresso Nacional.

Outras fontes

Ainda segundo o PDE, as demais fontes renováveis devem seguir em crescimento. A eólica deve ter expansão de 50% da capacidade até 2035, enquanto para a solar centralizada a projeção é de aumento de 45%.

Também há expectativa de adição de 4 GW de capacidade de usinas hidrelétricas (um crescimento inferior a 5%) e de 6 GW em novas PCHs. O plano traz previsão ainda de inserção de 7 GW de baterias na matriz ao longo da próxima década.

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