da Agência iNFRA
O Monitor de Secas apontou redução da área atingida pelo fenômeno no Brasil entre maio e junho, de 4,21 milhões para 3,79 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 45% do território nacional. No período, a seca perdeu intensidade em Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo, enquanto se agravou em Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Sergipe. Roraima voltou a registrar seca, enquanto Distrito Federal e Mato Grosso passaram a ficar livres do fenômeno, ao lado do Amapá.
O Sudeste apresentou o quadro mais severo do país em junho, com registro de seca grave em 2% da região e presença do fenômeno em 76% do território. Já o Centro-Oeste teve a menor área afetada, com seca em 22% da região. Espírito Santo e Rio Grande do Sul registraram seca em 100% de seus territórios, enquanto o Amazonas concentrou a maior área absoluta afetada, seguido por Bahia, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul.
Entre os destaques estaduais, o Ceará reduziu a área com seca de 48% para 30% do território, o menor percentual desde março de 2025, e também registrou queda da área de seca moderada, de 8% para 3%. Em São Paulo, a área afetada caiu de 85% para 76%, mas o estado permaneceu como o único do país com registro de seca grave em junho.






