da Agência iNFRA
O governo arrecadou um total de R$ 530 milhões em bônus de assinatura com os sete blocos do pré-sal exploratórios leiloados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) na manhã desta quarta-feira (7). À tarde acontece o leilão de áreas por regime de concessão, aplicado para blocos fora do polígono do pré-sal. A previsão de investimento a longo prazo é de R$ 778 bilhões.
Com relação ao óleo lucro oferecido pelas empresas o maior ágio foi do bloco Rodocrosita (494,64%), seguido dos blocos Hematita (315,03%), Azurita (139,81%), Magnetita (132,79%), Rubi (91,72%), Jade (65,76%) e Cruzeiro do Sul (8,07%).
No leilão de partilha, diferente do formato de concessão, o bônus é fixo e não dita a disputa. O que define o vencedor e puxa a arrecadação futura é a fatia de óleo oferecido ao governo. As empresas partem dos mínimos fixados em edital e competem entre si a partir dos percentuais de óleo propostos em envelopes fechados. Leva o bloco a empresa que oferecer mais óleo ao governo, e a Petrobras tem a prerrogativa de ingressar com pelo menos 30% de participação no negócio, mesmo que não tenha feito oferta.





