Geraldo Campos Jr., da Agência iNFRA
O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da MP (Medida Provisória) 1.304, afirmou nesta quinta-feira (30) que as pessoas que participaram da confusão nesta quarta-feira (29) foram identificadas pelo Senado Federal e serão processadas.
“Ontem fui surpreendido de maneira covarde por dois cidadãos que já estão identificados e serão processados. Temos o nome da associação que está por trás disso, o nome da pessoa por trás. Essas pessoas agiram não por interesse público, e sim por interesses pecuniários, interesse financeiro próprio”, disse Braga na abertura da reunião da comissão mista.
Nesta quinta (29), um ofício de apoio ao trabalho do relator foi entregue à comissão, assinado por dezenas de entidades do setor de energia, segundo o senador. Entre as associações, estão:
- ABCE (Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica);
- ABCS (Associação Brasileira do Carbono Sustentável);
- Abdan (Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares);
- Abiape (Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia);
- ABHIV (Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde);
- ABiogás (Associação Brasileira do Biogás);
- Absae (Associação Brasileira de Armazenamento de Energia);
- Abrace Energia;
- Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia);
- Abrage (Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica);
- Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica);
- Abreget (Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas);
- ABRAPCH (Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas);
- Abrate (Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica);
- Abren (Associação Brasileira de Energia de Resíduos);
- Anace Energia; e
- Cogen (Associação da Indústria de Cogeração de Energia).
A Abradee, que representa as distribuidoras, disse em carta que lamenta as agressões proferidas ao senador após a leitura do relatório. “Não podemos permitir que o diálogo seja substituído por ataques pessoais ou pela disseminação de desinformação. O setor elétrico é complexo e exige serenidade, conhecimento técnico e compromisso com o interesse coletivo”, destacou.





