Geraldo Campos Jr., da Agência iNFRA
O PDE (Plano Decenal de Energia) prevê que as térmicas e a MMGD (Mini e Microgeração Distribuída) serão as fontes com maiores expansões na matriz elétrica brasileira em 10 anos. Segundo o estudo, a capacidade de geração do país deve crescer 45% até 2035, alcançando 359 GW (gigawatts).
Pelo plano, o parque térmico deve mais do que dobrar, saindo dos atuais 20 GW para 45 GW em 2035. Já a MMGD deve crescer 95%, dos atuais 40 GW para 78 GW. O plano elaborado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) foi lançado nesta quinta-feira (12) e colocado em consulta pública pelo MME (Ministério de Minas e Energia) por 30 dias.
A eólica deve ter expansão de 50% da capacidade até 2035, enquanto para a solar centralizada a projeção é de aumento de 45%. Também há expectativa de adição de 4 GW de capacidade de usinas hidrelétricas (um crescimento inferior a 5%) e de 6 GW em novas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas). O plano traz previsão ainda de inserção de 7 GW de baterias na matriz ao longo da próxima década.





