da Agência iNFRA
Representantes do setor de biocombustíveis defendem a elevação da mistura obrigatória de biodiesel e etanol como resposta à volatilidade dos preços de energia e como forma de reforçar a posição do Brasil na transição energética. A proposta em discussão prevê ampliar o biodiesel no diesel para 17% (B17) e o etanol na gasolina para 32% (E32), decisão que cabe ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética).
O argumento é que o país tem capacidade produtiva, tecnologia e escala para avançar sem comprometer o abastecimento, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de combustíveis fósseis e a exposição a oscilações externas.
Para o setor, a ampliação da mistura pode contribuir para conter impactos nos preços, estimular investimentos, gerar empregos e fortalecer a segurança energética, além de alinhar o país a compromissos ambientais e políticas já estabelecidas.
“O Brasil reúne condições extremamente favoráveis para impulsionar o mercado de biocombustíveis, protegendo o consumidor, dando competitividade à indústria da proteína e reduzindo emissões em acordo com os compromissos internacionais firmados pelo Estado brasileiro”, afirma nota divulgada pela Coalizão dos Biocombustíveis.





