Gabriel Vasconcelos, da Agência iNFRA
A Petrobras aumentou a meta dos seus planos para uso de baterias em unidades próprias, sobretudo refinarias, a fim de eletrificar processos. O diretor executivo de Processos Industriais e Produtos, e de Transição Energética da estatal, William França, disse nesta terça-feira (12) que a empresa mira, agora, uma capacidade de armazenamento de 2,2 GW (gigawatts) e não mais 0,2 GW.
A maior aplicação seria em refinarias, para eletrificar equipamentos dessas unidades hoje majoritariamente movidos a gás natural, como compressores e turbinas.
“Isso libera gás natural para o mercado, além de reduzir imensamente a pegada de cabrono. Então é tudo de bom. Só que tem de fazer isso em paralelo com mais energia elétrica. Estamos estudando isso para o refino. Temos que ampliar essa capacidade [de geração]”, disse França.
“Estamos com várias oportunidades de negócio na parte de baterias. Aumentamos o projeto [de baterias] para cinco refinarias, passando para 2,2 GW no total. Estamos avançando, colocando o refino no circuito”, continuou o executivo.






