da Agência iNFRA
Os principais reservatórios que abastecem as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro seguem operando abaixo da média histórica, apesar de sinais recentes de recuperação. Os dados são da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), com base no SAR (Sistema de Acompanhamento de Reservatórios).
No caso do Sistema Cantareira, responsável por atender cerca de 9 milhões de pessoas na Grande São Paulo, o volume útil estava em 43,62% no fim de março. Embora o nível indique melhora nas últimas semanas, ainda é considerado abaixo do esperado para o início do período seco.
Já na bacia do Rio Paraíba do Sul, os reservatórios operam entre os menores níveis registrados para esta época do ano desde 1998. O sistema, que inclui estruturas como Paraibuna e Santa Branca, segue em situação de atenção diante das múltiplas demandas, como abastecimento urbano e geração de energia.
Segundo a ANA, o cenário exige monitoramento contínuo e medidas de gestão da demanda, com atuação coordenada entre órgãos federais e estaduais.





