20/08/2026 | 11h48

CNT entrega propostas a candidatos Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado

Foto: Divulgação/CNT

da Agência iNFRA

O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, recebeu nesta quarta-feira (19) as propostas da CNT (Confederação Nacional do Transporte) aos presidenciáveis. O documento “O Transporte Move o País: Propostas da CNT ao país” foi entregue num almoço fechado oferecido pela confederação.

No mesmo dia, o documento foi entregue ao candidato do PSD ao Planalto, Ronaldo Caiado, que esteve com seu vice, Gilberto Kassab, que participaram do painel aberto aos candidatos, onde puderam fazer uma apresentação e responder a perguntas do público. O candidato do Missão, Renan Santos, fez sua apresentação na terça-feira (18).

No encontro fechado, de acordo com a CNT, Flávio destacou a infraestrutura como uma das prioridades de seu plano de governo e defendeu a redução da burocracia para viabilizar investimentos e acelerar a execução de obras. Segundo o candidato, também é necessário buscar um ambiente de menor carga tributária e ampliar a segurança jurídica para estimular o empreendedorismo.

Relatos de alguns dos convidados que participaram do almoço apontam que Flávio mostrou conhecimento sobre alguns dos temas do setor, mas não chegou a apresentar propostas mais aprofundadas. Esses interlocutores destacaram ainda a conexão que ele fez em relação aos problemas de segurança pública para os diferentes setores dos transportes.

Flávio Bolsonaro deixou aberta a possibilidade de ainda comparecer ao debate aberto. A confederação também tenta levar o candidato do PT, Lula, ao encontro.

Caiado
Em sua fala no evento, o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, também citou os problemas de segurança pública que afetam os transportes, ressaltando os programas que ele implementou quando foi governador de Goiás como exemplos. 

Apesar de mostrar conhecimento sobre o panorama do setor, não chegou a se aprofundar em nenhum tema específico. No entanto, deixou claro que vai continuar com os programas de privatizações e concessões, alegando não haver recursos públicos para fazer investimentos. 

Em relação às agências reguladoras, Caiado afirmou que será preciso uma moralização para que não seja uma “troca entre partidos” ou uma “menção honrosa por uma votação no Congresso”, defendendo que sejam pessoas qualificadas nas diretorias.

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