Amanda Pupo e Beatriz Kawai, da Agência iNFRA
A carteira ferroviária para 2027, lançada nesta quinta-feira (15) pelo Ministério dos Transportes, prevê, além das oito concessões já conhecidas, mais nove chamamentos públicos para trechos serem operados pelo regime privado de autorização. Sete deles estão com edital previsto para fevereiro e leilão programado para abril do próximo ano.
Outros dois chamamentos, para São Luís (MA)-Itapecuru Mirim (MA) e Fortaleza (CE)-Sobral (CE), podem ter edital publicado em setembro e certame realizado em novembro. Haverá ainda uma oferta permanente com o restante da malha ociosa, que no total soma cerca de dez mil quilômetros.
Já a carteira de concessões estima os projetos que o governo queria ter leiloado neste ano, mas não conseguiu. O primeiro deles é o Anel Ferroviário Sudeste (EF-118), cujo edital a pasta quer publicar ainda em dezembro, embora isso dependa de julgamento no TCU (Tribunal de Contas da União) que está pendente.
O ministro dos Transportes, George Santoro, tem expectativa de que a corte possa julgar o processo em outubro e novembro para tentar viabilizar a publicação do edital em 2026, embora o calendário seja um desafio.
As demais concessões planejadas são Malha Oeste, Corredor Leste-Oeste, Ferrogrão, os três lotes da Malha Sul e a extensão Norte da FNS (Ferrovia Norte-Sul). A pasta ainda prevê o leilão de 12 terminais ferroviários greenfield.





